7 dicas de lugares que os amantes do mercado financeiro precisam conhecer

Uma coisa que quase todo mundo gosta é viajar e conhecer lugares novos, não é mesmo? Já os destinos e pontos turísticos, daí sim, vão mudar conforme o gosto de cada turista. Mas o gosto de viajar é praticamente um consenso geral.

Pensando nisso, preparamos uma lista de dicas de passeios nacionais e internacionais para os amantes do mercado financeiro, àqueles que não podem ver uma Bolsa de Valores sem já querer entrar. 

Você é destes? Se sim, este conteúdo é feito para você!

Conhecer novos conceitos, culturas, lugares e o funcionamento do mercado de ações vai enriquecer seus conhecimentos e sua visão sobre como se comporta o mundo da economia liberal. 

Fique ligado nas dicas a seguir e comente se você já conhece alguns desses pontos turísticos e quais você mais ficou interessado em conhecer!

Vamos lá!

Visita à Bolsa brasileira (São Paulo)

Uma dica super acessível para os brasileiros, e imperdível para quem está em São Paulo, é conhecer a sede da B3, prédio da antiga Bovespa, localizado na região central da cidade. 

O prédio, fundado em 1940, passou por uma reforma há pouco tempo que modernizou todas as instalações, com a criação de um espaço cultural que está aberto à visitação guiada – mas é preciso agendar com antecedência no site da B3. 

Para quem gosta do mercado financeiro, é um dos passeios obrigatórios dentro do Brasil. Na sede da Bolsa brasileira também está localizado o Museu da B3, que ajuda a contar a história do nosso pregão. 

Lá você vai poder conferir como acontecem as negociações de um dia normal de operações na Bolsa de Valores, mas não se decepcione se achar o ambiente calmo demais. Desde a digitalização dos mercados, os gritos eufóricos dos corretores deram lugar para estratégias mais comedidas.

Dica extra: Bar do Cofre

Foto: Ligia Skowronski/Divulgação
Bar do Cofre

Após seu passeio na sede da B3, a dica é sentir a atmosfera do Financial District de SP  após o fim do expediente no Bar do Cofre, localizado a um minuto de distância da sede da Bolsa. O bar fica localizado no subsolo do prédio Farol do Santander, onde antigamente ficava o cofre do banco. 

A visita com certeza vai contribuir muito para sua experiência no mundo das finanças do principal polo econômico no país. Além disso, a visita já vale a pena pela arquitetura. Não perca este passeio. 

 

Ilha de Manhattan

Talvez o principal destino para quem ama o mercado financeiro, a Ilha de Manhattan – e a cidade de Nova York como um todo – reserva alguns pontos turísticos mais visitados do mundo, principalmente para os fascinados em Bolsas de Valores.

E, claro, que o principal ponto turístico neste contexto é o Touro de Bronze de Wall Street, localizado no Financial District de Manhattan.

Idealizado por Arturo di Modica, a estátua foi instalada em 1989 como forma de idealizar o mercado financeiro pujante da ilha. Um ritual conhecido para quem visita a estátua é encostar nos testículos do touro de bronze como forma de atrair sorte e realização financeira.

Outro ponto turístico sediado no motor econômico de Nova York é a NYSE (New York Stock Exchange), a Bolsa mais antiga de Nova York, fundada em 1792, onde é possível agendar visitação guiada e conhecer um dos locais mais tradicionais para o mercado financeiro. 

Ainda em Manhattan, o prédio do Empire State Building – aquele que o King Kong escalou – também é uma parada obrigatória para quem turista pela ilha. 

Você também pode visitar o prédio do Federal Reserve (Fed, banco central do EUA) de Nova York, sediado no Financial District.

 

Sede do Federal Reserve (Washington)

A capital dos Estados Unidos é um prato cheio para os turismo financeiro e político, com importantes construções como o Capitólio e a Casa Branca, a sede da presidência dos EUA. Mas para sermos mais específicos, vamos citar dois pontos turísticos imperdíveis no Distrito Federal norte-americano. 

O primeiro é a sede do Federal Reserve (Fed), onde são tomadas as decisões de política monetária dos EUA, que consequentemente impactam o mercado financeiro em todo o mundo. É possível agendar tour guiado pelo prédio para grupos de 10 a 25 pessoas no site do Fed, mas só é permitida a entrada para maiores de 18 anos. 

Outro passeio imperdível na capital é na sede Casa da Moeda dos EUA (United States Mint), onde o tour guiado conta a história da cunhagem de moedas nos EUA e como é feita a produção nos dias de hoje. A primeira Casa da Moeda foi fundada em 1792 na Filadélfia, antiga capital dos EUA, onde também é aberta a visitação de turistas. 

 

Banco Central Europeu (Frankfurt)

As visitas ao Banco Central Europeu (BCE) começaram a acontecer a partir de  2017, com a inauguração do centro de visitas na sede do BCE, em Frankfurt, Alemanha. É de lá que saem decisões sobre a política monetária na zona do euro, bloco importante para o cenário global do mercado financeiro. 

O Centro de Visitas está dividido em quatro seções, sendo o euro o tema unificador do passeio. A primeira parte é a Maintain (“Manutenção”), que analisa o modo como o BCE mantém a estabilidade de preços. A segunda é Safeguard (“Salvaguarda”), que foca no papel do BCE na promoção da estabilidade financeira e na supervisão bancária. 

A terceira, Connect, trata sobre as atribuições do BCE no desenvolvimento de sistemas de pagamentos e no fornecimento de notas de euro. A quarta e última, chamada Achieve (“Concretização”), apresenta uma perspetiva europeia mais ampla, salientando os objetivos concretizados na Europa, segundo o site do BCE. 

A sede do Banco Central Europeu é localizada em um arranha-céu moderno, fundado em 2015.

 

Bolsa de Valores de Tóquio (Tóquio)

Para quem visita o Japão e não perde um ponto turístico relacionado ao mercado financeiro, conhecer a Tokyo Stock Exchange (TSE), a maior Bolsa de Valores da Ásia, tem que estar no roteiro de passeios. 

O tour guiado pode ser feito em inglês, mas é preciso verificar os dias e horários disponíveis nesta modalidade. Durante a visita você vai entender mais sobre como funciona o mercado financeiro japonês e poderá participar da abertura do mercado, com o tradicional sino cerimonial que dá início às negociações. 

Você também vai conhecer o museu do TSE, que reúne documentos e imagens que ajudam a contar a história da Bolsa japonesa. 

A Bolsa de Valores de Tóquio foi fundada em 15 de maio de 1878, como o Tokyo Kabushiki Torihikijo e, em 1943, se uniu a outras 10 Bolsas de Valores japonesas para formar a Bolsa de Valores do Japão. No entanto, ela foi fechada logo após o bombardeio de Nagasaki e reabriu em 1949 já com o nome original.

 

Casa da Moeda do Brasil (Rio de Janeiro)

Um passeio perfeito para quem gosta de economia e história é o tour pela Casa da Moeda do Brasil (CMB), onde são fabricadas todas as moedas metálicas e os papéis-moeda do país, além de ter uma função importante na dinâmica macroeconômica do Brasil.  

O prédio, sediado na Praça da República, no Rio de Janeiro, foi fundado em 1868 e é tombado como patrimônio público. Durante a visita você vai conhecer sobre a história da moeda no Brasil, como é feita a cunhagem e os protocolos de emissão atuais e muito mais.

Um ponto turístico imperdível para quem quer conhecer sobre a história do Brasil.

*Todos os passeios citados estão sujeitos a restrições de visitas devido à pandemia de Coronavírus. É preciso verificar a disponibilidade de horários dos tours com antecedência e também se há cobrança para visitação. Na maioria dos casos os passeios são gratuitos.

 

Conclusão

Chegamos ao fim do nosso tour pelo passado e o presente do mercado financeiro. E aí, gostou do conteúdo? Conte para gente qual desses locais você mais ficou interessado em conhecer e qual deles já riscou de sua listinha. 

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Até a próxima!