como começar a investir
como começar a investir

Como começar a investir no mercado financeiro? Aprenda agora!

Como começar a investir de fato? Rentabilizar o seu dinheiro vai muito além de ser uma necessidade de comprar bens. É conquistar uma liberdade financeira que se encontra em paralelo com a meta da felicidade.

O Curso “Como Começar a Investir” possui 5 aulas, ministrada pela nossa criadora de conteúdo Tayllis Zatti, para você entender todos os conceitos e tipos de investimentos, podendo assim, entrar no mercado financeiro de forma completa. Não importa se você não sabe por onde começar, pois esse curso é para te proporcionar o norte necessário para mudar sua relação com o seu dinheiro.

Se interessou? Receba nossas aulas gratuitas AGORA!

 

Mas para você já ir se preparando, confira esse artigo incrível que preparamos para você!

 

Ser um investidor de sucesso é o objetivo de muitos iniciantes no mercado financeiro, mas nem todos os novatos se dão conta do quanto essa tarefa exige dedicação e visão estratégica. Afinal, entender como investir nesse mercado e ter sucesso nas suas performances é um processo contínuo de aprendizagem e conhecimento.

Então, neste artigo, resolvemos te explicar alguns conceitos necessários e reunimos alguns passos fundamentais para quem está começando, do investidor mais iniciante, ao que já está familiarizado com o mercado e deseja começar a atuar na bolsa de valores. O objetivo aqui é o mesmo, alcançar o sucesso possuindo boa rentabilidade a partir das suas escolhas; e vamos te mostrar como. Boa leitura!

Começar a investir porquê?

O ato de conquistar mais ou menos bens não se resume apenas ao quanto você recebe mensalmente, isso porque sua estabilidade financeira está amplamente ligada a sua relação com o dinheiro. Portanto, não basta ter ou ganhar muito, é preciso saber lidar com o seu capital, isso quer dizer, saber administrar e multiplicar.

Se você ainda não começou a poupar, e consequentemente a investir, você desistiu das suas finanças antes mesmo de começar a organizá-las.

E se você está lendo esse artigo, possivelmente ainda não conseguiu firmar um plano para investir seu dinheiro. As possibilidades podem ser várias, mas a maior parte das pessoas responderia as seguintes:

  • Preguiça de pesquisar melhores maneiras de rentabilizar seu dinheiro;
  • Medo de embarcar em algo desconhecido (ou recém conhecido) e aquele “pé atrás” quanto ao risco;
  • Falta de tempo para entender sobre investimentos.

Concorda? Deixa eu tentar então inicialmente te livrar desses problemas e mitos. A busca pelo conhecimento é algo necessário em todo caminho em que você deseja conquistar algo.
Ainda, há diversos tipos de investimento, da renda fixa à renda variável, basta apenas conhecer suas peculiaridades para diferenciar, ou seja, chega de achar que é um bicho de sete cabeças. Já o risco, bom, existem investimentos (não estou falando da poupança) em que possuem risco praticamente zero e melhor retorno. Quanto àqueles que há risco presente, esses podem ser gerenciáveis.

Mas afinal? Qual a fórmula mágica para começar a investir?

Não faltam vídeos no Youtube sobre como começar a investir no mercado financeiro, não é? E quantos especialistas na televisão você já assistiu falando sobre como poupar dinheiro? E sabe aquele amigo seu, ou vizinho que investe, diz que ganha muito dinheiro, que é fácil, e você já perguntou várias vezes como ele faz? Qual o passo inicial? Afinal, porque você não consegue sair do lugar?

Falta o famoso “empurrãozinho” que você ainda não teve para entrar no site do Tesouro Direto, pesquisar sobre como funciona o mercado de ações, abrir conta em uma corretora de valores, e muito mais, eu sei. Calma, porque os passos fundamentais deste artigo vão servir como uma receita de bolo.

Primeiro você precisa entender o que é de fato investir. Para ser simplista, quando você investe, faz seu próprio dinheiro trabalhar para você. E para te ajudar nesse quesito, há diversos profissionais capacitados no nosso mercado. Mas o que eu também quero te dizer, é que você é capaz de fazer boas escolhas.

Enfim, para ter uma boa e saudável relação com o seu dinheiro, você precisa entender que é possível, sim, você investir sozinho e fazer escolher investimentos inteligentes, garantindo um retorno de capital bem atrativo. Tomando essa decisão, você já está na frente de 96,4% dos brasileiros.

Bom, os outros 3,6% é mais do que preocupante. Isso porque rentabilizar o seu dinheiro vai muito além de ser uma necessidade de comprar bens. É conquistar uma liberdade financeira que se encontra em paralelo com a meta da felicidade.

Mas antes de você “dar um google” e resolver abrir conta online em alguma corretora, para começar a investir, você precisa aprender pontos e conceitos fundamentais. Vamos lá?

1. Compreenda como funciona o mercado financeiro

O mercado financeiro é o universo que envolve operações de compra e venda de ativos financeiros, como valores mobiliários, mercadorias e câmbio, ou seja, é todo o ambiente das operações de investimentos financeiros.

Esses investimentos são divididos normalmente em dois grupos nesse mercado: existe o grupo da renda fixa, e o grupo da renda variável. Preparado?

Como começar a investir em Renda Fixa

Renda fixa é tudo o que não é renda variável, ou seja, você sabe no vencimento o quanto vai levar de remuneração. Sabe seu salário sagrado de todo mês? Se você não é trabalhador autônomo, provavelmente sabe o quanto vai receber no final de cada mês. Com a renda fixa, acontece da mesma forma. Falando em uma linguagem super simples, renda fixa basicamente é emprestar dinheiro em troca de juros.

Há alguns anos, tínhamos um cenário de altos juros no Brasil, e com isso, os investimentos em renda fixa asseguravam um bom retorno, e você nem precisava procurar muitas opções para multiplicar seu dinheiro. Agora, com os juros em um patamar bem menor, é necessário:

  • Escolher bem o investimento em renda fixa;
  • Entender que diversificar é preciso, e aceitar quando é hora de investir também em renda variável.

Entenda as diferenças entre rendas fixas…

Bom, a principal diferença entre as rendas fixas é o emissor. E se antes eu te falei que existem dois grandes grupos de investimento no mercado financeiro, a renda fixa e a renda variável, agora eu vou te dizer que existem três grupos na própria renda fixa, diferenciados pelo emissor, ou seja, da onde parte seu investimento. Há os títulos emitidos pelo governo, os títulos emitidos pelos bancos e os títulos emitidos pelas empresas.

Ainda, como você já tinha lido, ou sabe exatamente o quanto receberá de remuneração em cada investimento, ou possui uma boa noção. Por isso, existem diferenças do tipo de títulos que você está adquirindo.

Títulos prefixados possuem rentabilidade fixa, ou seja, independentemente do que acontecer no mercado, ou de qualquer outro fator, você vai receber exatamente o que contratou no começo.

Títulos Pós-Fixados são os que possuem oscilações. Nesses títulos não sabemos exatamente a rentabilidade, apenas temos uma previsão do quanto vamos receber na data de vencimento, já que eles estão atrelados em algum indexador da economia (vamos falar sobre em breve).

Títulos Híbridos são compostos por uma parte fixa e uma variável, portanto, se o indexador subir, os rendimentos subirão também, e vice versa.

Sabendo disso, agora posso te explicar os indexadores, que são a referência desse tipo de investimento. Os mais famosos você, com certeza, já ouviu falar!

Selic

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. A meta para a Selic é definida periodicamente pelo Copom. Ela é a menor taxa de juros da nossa economia, serve de referência para o governo remunerar os investidores que compram os títulos de dívida, e ainda, como referência direta de remuneração, como é o caso da poupança. Em 2016, nossa taxa Selic era 14,25% a.a. Hoje, no momento em que escrevo esse artigo, ela é 4,5% a.a. Sendo assim, observe que você vai receber menos em investimentos indexados a ela do que recebia em toda a nossa história.

CDI

Pulando agora para o CDI, que significa Certificado de Depósito Interbancário, é outra referência importante para a remuneração da maior parte dos investimentos. Ele representa a média dos juros das operações de empréstimo de curtíssimo prazo realizadas diariamente pelos bancos entre si. Saiba que o CDI e a Selic caminham muito próximos um do outro e, além disso, normalmente as duas taxas são praticamente as mesmas.

TR

O terceiro referencial comum na renda fixa é a Taxa Referencial, ou TR. Ela corrige, por exemplo, o rendimento da poupança e é calculada a partir das médias das taxas dos CDBs prefixados, emitidos por 30 instituições financeiras. Mas algumas mudanças recentes na fórmula, no entanto, mantêm a TR em zero desde setembro de 2017.

Dentro dos títulos pré, pós fixados e híbridos; e separados pelo tipo de emissor, observe agora os diferentes tipos de investimentos em renda fixa.

  • Poupança

Títulos que partem do governo:

  • Tesouro Direto

Títulos que partem de empresas:

  • Debêntures
  • CRI e CRA

Títulos institucionais:

  • CDBs
  • LCI e LCA

Como começar a investir se o seu dinheiro está na poupança?

Sabe porque especificamente esse tópico? Não adianta eu te mostrar os tipos de investimentos e suas características, se você ainda acha que precisa alocar alguma parte do seu capital na poupança.

Guarda isso: poupar é diferente de investir e deixar seu dinheiro na poupança é um desaforo para ele. Isso porque a poupança é o tipo de investimento que te dá os piores resultados em comparação a qualquer outro.

No geral, os brasileiros gostam da poupança por 3 principais razões: rentabilidade, segurança e liquidez. Mas agora é o momento de eu te mostrar os seguintes contrapontos:

A rentabilidade da poupança é a pior possível

Desde 2012 há uma regra no país de que, com a Selic acima dos 8,5% a.a., você têm uma rentabilidade de 0,5% a.m. + TR. Já com a Selic igual ou abaixo dos 8,5% a.a., a poupança te entrega 70% da Selic. Sabendo que no momento em que eu escrevo esse artigo, a Selic está a 4,5% a.a., e que a nossa inflação têm girado em torno dos 3,5%a.a., em qualquer investimento que te pague 100% da Selic, te entrega um juro real de apenas 1%. Sua rentabilidade real gira em torno apenas desse 1%. Agora, imagina a poupança que rende 70% da Selic e te entrega menos que o pouco? A poupança hoje gira em torno de 3,15% a.a. com a Selic atual, menos que a inflação do período, ou seja, você está corroendo seu poder de compra e tendo uma rentabilidade negativa.

Seu dinheiro poderia ser melhor assegurado

O segundo ponto é a segurança né. Você sabia que na verdade a segurança da poupança é a segurança que o banco em que tá sua conta, te proporciona? Já nos outros investimentos em renda fixa, há o FGC, que é uma espécie de garantia de retorno completo do seu capital e rentabilidade, independentemente do banco emissor. Essa garantia é de até R$ 250.000,00 por CPF. E quem faz essa garantia é o próprio governo federal. Você não acha muito melhor ser assegurada pelo governo, do que por um único banco?

Alta liquidez? Sim, como outros investimentos melhores!

O terceiro ponto é a liquidez. É bom poder retirar seu dinheiro a qualquer momento, não é mesmo? Necessário principalmente para sua reserva de emergência; mas não é apenas a poupança que te proporciona alta liquidez. O Tesouro Selic é um exemplo, e sua rentabilidade é superior. E ainda, o que ninguém te conta sobre a poupança, é que se você coloca seu dinheiro lá, hoje, em 10/01/2020, só vai ter sua rentabilidade na data aniversário, ou seja, em 10/02/2020. Você até pode resgatar a qualquer momento, mas não com a total rentabilidade que ela poderia te entregar.

Quer começar a investir? Então entenda que a poupança não é mais uma opção viável!

Como começar a investir em Renda Variável

A definição de renda variável também é simples. É um grupo de ativos cujo o retorno, a rentabilidade, não pode ser dimensionada no momento em que você aplica seu dinheiro. E como vimos, isso é o oposto da renda fixa, em que a regra de remuneração é conhecida e definida antes de você realizar o investimento.

Bom, agora já vamos entrar em assuntos e preocupações que giram em torno desse grupo. Risco, risco e risco, misturado com aquele estigma de que apenas ricos investem em renda variável, afinal, precisa ter muito dinheiro para entrar nesse mundo, não é mesmo? Vou te mostrar que isso é puro mito!

É verdade que esses investimentos representam um risco maior quando comparado aos ativos de renda fixa. Mas isso não significa que eles sejam necessariamente “perigosos” para a saúde financeira do investidor, muito pelo contrário, eles são extremamente necessários, até mesmo para quem quer começar a investir agora. E todo esse risco pode e deve ser gerenciado.

Se na renda fixa temos os indexadores, na renda variável temos fatores que influenciam no preço de um ativo. Os que ficam mais claros no nosso dia a dia, são:

  • A expectativa do mercado;
  • O desempenho das empresas (que observamos via balanço contábil);
  • A oferta e procura dos ativos;
  • Nossa taxa de juros;
  • O PIB;
  • O Câmbio;
  • A inflação;

E da mesma forma que separei para você os grupos da renda fixa, observe os seguintes investimentos desse outro grande grupo de ativos!

  • Ações;
  • ETFs;
  • FII – Fundos Imobiliários;
  • FIA – Fundos de Ações;
  • FIM – Fundos Multimercado;
  • FC – Fundos Cambiais;
  • Clubes de Investimentos;
  • Opções;
  • Mercado Futuro;
  • Commodities;
  • Câmbio;
  • Derivativos;
  • Imóveis.

2. Saiba identificar seu perfil de atuação

O mercado financeiro normalmente separa em 3 os perfis de investidores. Mas vou adicionar mais um aqui, o trader. Lembre que é importante buscar saber em qual perfil você se encaixa.

Primeiro, o arrojado, é aquele que consegue lidar bem com riscos, e possui uma percentagem considerável em ativos da renda variável. Já o conservador, prefere investimentos super seguros. E o moderado, é a média desses dois, e onde se encaixa mais da metade dos brasileiros.

Perfis moderados, na verdade, só precisam de um “empurrãozinho” para conseguir alocar da melhor maneira seu capital. Já os conservadores precisam ser trabalhados, isso porque somente investimentos totalmente seguros, independente do seu objetivo, não servem, pela rentabilidade muito baixa. A busca aqui é ampliar o conhecimento e, com o tempo, aumentar suas aplicações em renda variável, até se tornar um investidor moderado, ou melhor ainda, um perfil mais arrojado.

Sobre a diferença de trader e investidor, e onde você irá atuar, faça uma análise do que procura ao entrar no mercado. Investidores avaliam o valor que uma empresa possui, porque ao comprar ações, estão interessados nos lucros que elas geram. Por isso, normalmente, os investidores ficam por um longo período com esses ativos.

Traders são os especuladores, então eles realizam ganhos em um curto período de tempo, mas não é de qualquer forma que eles operam. Trading não se trata de um jogo de sorte, já que análises, probabilidades e gestão da carteira de ativos são pontos essenciais na vida de um trader. Ou seja, saber montar uma estratégia de investimento voltada para a redução de riscos e a elevação de ganhos.

3. Identifique seu objetivo financeiro

Você quer realizar mudanças na sua vida. Porquê? Antes de pensarmos em escolher algum investimento, faça a pergunta: “O que eu desejo com isso? É fazer um intercâmbio fora do Brasil? Garantir minhas aposentadoria? Renda extra todo mês?”.

Essas perguntas são importantes porque assim você sabe quanto aplicar em cada investimento. Por exemplo, um título do tesouro direto têm liquidez pura, mas já um CDB escolhido você pode resgatar talvez só daqui 2 anos.

Os investimentos variam na questão de resgate e a sua diversificação (o que é preciso) será montada a partir dos seus objetivos e se eles são no curto, médio ou longo prazo.

4. Informe-se sobre os riscos envolvidos na bolsa de valores

A ganância é uma armadilha que pode ser controlada, mas é preciso ter cuidado quando o medo se dissipa em favor de uma autoconfiança exagerada. No mercado financeiro é muito normal que ela apareça quando se busca altos ganhos em pouco tempo e com pouca dedicação. Nada acontece fácil e em uma “tacada” só.

Guardar dinheiro é fundamental para poder escolher a melhor opção para aplicar de acordo com o capital disponível. O ideal é direcionar bem o dinheiro guardado para investimentos e trading.

Ao contrário do que um dos mitos do mercado diz – que você precisa ser um investidor extremamente bem sucedido para operar na bolsa de valores – não existe um mínimo definido para alguém começar suas operações.

Margem de Garantia e Alavancagem…

Caso o investidor queira movimentar um valor maior do que possui em capital, é necessário um valor inicial obrigatório que deve ser depositado na sua conta de forma antecipada à entrada no mercado. Esse procedimento é adotado pela corretora e aloca esse capital junto à bolsa, retendo a quantia durante o tempo que você permanece em uma posição.

A grande vantagem aqui é que com isso você pode potencializar sua alavancagem, ou seja, você não precisa ter de fato a quantia que você está operando, apenas essa margem de garantia, fazendo com que a bolsa de valores se torne muito mais democrática.

Ao mesmo tempo que a margem de garantia facilita e muito a vida de quem está começando na bolsa, também pode ser uma armadilha para amadores que querem operar muitos lotes sem o conhecimento necessário do mercado.

Há um jogo, mas você deve saber jogá-lo. Um trader entra no jogo, mas um trader de alta performance o faz de maneira consciente, isso quer dizer que nunca se deve comprar algo sem pensar como sair da operação caso algo dê errado. E há diversas ferramentas que podem ajudar nesses momentos, uma delas é o Stop Loss, que pode ser seu plano B, quando algo sair do seu planejamento.

Assim como essa ferramenta, existem outras que podem ajudar você a começar a investir no mercado financeiro.

5. Utilize as melhores ferramentas

Depois de entender a lógica do mercado financeiro, dos ativos que o compõem e traçar seu perfil de atuação, você deve buscar a melhor ferramenta operacional para ajudar no seu desenvolvimento se você decidir operar na bolsa de valores, portanto, isso não envolve somente uma plataforma rica, mas também com ferramentas para ajudar no seu estudo e aperfeiçoamento de técnicas de trading.

O Profit reúne todos esses requisitos essenciais de uma plataforma de alta performance. Com ele você consegue operar com segurança, usar o replay de mercado, ter acesso a dezenas de indicadores, acompanhar dentro da plataforma notícias em tempo real, traçar as mais diversas análises, entre outros.

Profit Plataforma Profissional
Profit Plataforma Profissional

E mesmo que haja um jogo, você não precisa jogá-lo, colocando todo seu capital real no começo. O mundo das plataformas financeiras é mesmo brilhante, não é mesmo? Então, observe de longe antes de se jogar de fato em operações que você ainda não entende muito bem como funcionam; e para isso serve o simulador.

Simular é um jeito eficiente de adquirir experiência e entender melhor o funcionamento do mercado sem ter que comprometer realmente seus recursos. Existem ferramentas voltadas especificamente para essa necessidade, pelas quais é possível aperfeiçoar suas habilidades a partir de dados em tempo real.

Conheça a melhor plataforma para operar e simular operações na bolsa de valores.

6. Escolha a melhor corretora

Escolher uma corretora é uma importante missão, então você precisa prestar atenção principalmente nos seguintes aspectos:

  • A segurança;
  • O atendimento prestado;
  • As taxas.

É necessário levar em consideração todos esses ponto, isso porque a corretora de valores é aquela que vai intermediar suas operações. Além disso, você precisa ter 100% de confiança nela, pois é lá que estará concentrado todo seu capital.

Fique atento também às taxas que serão cobradas e não esqueça que você terá alguns custos, fora às taxas da sua corretora, como os emolumentos – que são taxas da própria B3 – e o Imposto de Renda. Então é importante diminuí-los ao máximo que você conseguir.

7. Esteja em constante aprendizado

O aprimoramento contínuo é essencial para quem quer começar nessa carreira de trader, ou quem ainda está na fase da renda fixa.

A bolsa de valores, como já dito, não é um mercado perfeito principalmente pelas variáveis emocionais dos participantes, então, mais do que entender suas emoções e trabalhar nelas, você deve tentar compreender a atmosfera que roda o mercado e como e porque os demais indivíduos se comportam daquela maneira.

Comece traçando um planejamento, pois isso ajuda para que você tenha controle em momentos de ansiedade e impaciência. Até porque querer lucro imediato e se jogar em aplicações sem pensar em gestão de risco pode afundar você.

Não esqueça da autoavaliação, já que as performances melhoram quando somos honestos com nós mesmos e sabemos identificar erros. Além disso, não tenha medo de rever e apontar falhas nas suas operações. O planejado nem sempre acontece como queríamos, mas um bom trader ou investidor sabe reconhecer deslizes e voltar para o jogo sem abalos, sempre com novas estratégias de otimização de resultado.

Neste artigo, mostramos dicas sobre como investir no mercado financeiro para quem está começando e ainda não tem muita experiência. O mercado financeiro tem suas próprias regras, e para alcançar o sucesso é preciso conhecê-las e a partir de análises assertivas tomar as decisões corretas para cada momento.

Acompanhe sempre nossos artigos no blog, afinal, se você quer começar a investir no mercado financeiro, ele irá te proporcionar o norte necessário; se você já opera, vai sempre estar recheado de conteúdo para você melhorar suas performances como profissional.

Ah, e não esqueça, para conferir o curso que inspirou esse artigo, se inscreva AQUI e receba todas as aulas gratuitamente, para mudar sua relação com o dinheiro!