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Mercado em Pauta

Resumo com as principais notícias do cenário nacional e intenacional que foram destaques nesta semana

Um resumo das principais notícias da semana – de 28/06 a 02/07. Confira os fatos que marcaram o cenário econômico e o mercado financeiro neste apanhado de notícias:

APROXIMANDO A LUPA

Enquanto o Brasil segue com altas taxas de morte e contaminação pelo coronavírus, o governo federal tenta minimizar o impacto econômico no país. Aproxime a lupa para saber o que foi destaque na semana. 

Entidades e parlamentares protocolam “superpedido” de impeachment; presidente da Câmara sinaliza que não dará sequência a solicitação

Partidos políticos, parlamentares, movimentos sociais e entidades da sociedade civil protocolaram na quarta-feira (30) na Câmara dos Deputados o chamado “superpedido” de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Entre os vários argumentos, está o mais recente, o que aponta prevaricação do presidente no caso da suspeita de corrupção no contrato de compra da vacina indiana Covaxin. 

Entre os signatários do pedido estão, além de políticos e movimentos de esquerda, ex-aliados do presidente, como Alexandre Frota (PSDB-SP), Joyce Hasselman (PSL-SP) e Kim Kataguiri (DEM-SP). 

Poucas horas após receber o documento com 46 assinaturas, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sinalizou que, por enquanto, não vai dar sequência ao processo e que uma ação do tipo exige materialidade. 

Semana é marcada por denúncias de corrupção e irregularidades na compra de vacinas pelo Governo Federal

A CPI teve na semana duas denúncias de irregularidades na tentativa de compra de vacinas por parte do Governo Federal. As denúncias começaram na sexta-feira (25) passada, com o testemunho dos irmãos Miranda.

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e seu irmão, Luis Ricardo Miranda, servidor concursado do Ministério da Saúde e chefe de importação do Departamento de Logística da pasta, afirmaram terem avisado Bolsonaro em 20 de março sobre “indícios de corrupção” na compra da Covaxin, durante um encontro pessoal no Palácio da Alvorada. O contrato de compra indicava superfaturamento de 1000%. 

O presidente teria dito que tomaria providências e citou o nome do líder do governo na Câmara, Roberto Barros, como possível envolvido na compra da vacina indiana. Após meses, Roberto Barros seguiu no cargo e nenhum inquérito foi aberto. 

A Procuradoria da República no Distrito Federal informou na quarta-feira (30) que abriu uma investigação criminal sobre as negociações para aquisição da vacina contra a Covid-19 Covaxin, produzida na Índia. No mesmo dia, a Polícia Federal também abriu um inquérito para investigar as negociações. O contrato da compra foi suspenso pelo Ministério da Saúde no dia anterior. A empresa é a única intermediária que não possui vínculo com a indústria de vacinas.

A segunda denúncia surgiu a partir da entrevista de Dominguetti Pereira, representante da empresa Davati Medical Supply, à Folha de São Paulo. Segundo ele, Roberto Dias,  diretor de Logística do Ministério da Saúde,  pediu propina de US$ 1 por dose em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde. O encontro teria ocorrido dia 25 de fevereiro. 

O caso tomou tamanha repercussão que Dias foi exonerado um dia depois da denúncia. Na quinta-feira (30), Dominguetti prestou depoimento na CPI da Covid. A sessão foi marcada por tumultos e pedidos de prisão. O suposto vendedor de vacinas e policial militar Luiz Paulo Dominguetti fez acusações contra o deputado federal Luiz Miranda, que denunciou o esquema da Covaxin, e afirmou que houve cobrança de propina por parte de funcionários do Ministério da Saúde. Dominguetti afirmou que Miranda procurou a empresa Davati para tentar negociar vacinas contra a covid-9 da Astrazeneca. Ele também reproduziu um áudio em que Miranda afirma ter um “potencial comprador e com potencial de pagamento instantâneo”. O áudio provocou controvérsias na CPI e  celular foi apreendido para perícia. Alguns senadores acreditam que o Dominguetti foi plantado na CPI para atrapalhar as investigações. O resultado da perícia é aguardado ainda para esta sexta-feira.

Ainda nesta sexta-feira (2), a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a abertura de um inquérito no Supremo Tribunal Federal para investigar o presidente Jair Bolsonaro por prevaricação após ter sido informado sobre possíveis irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. 

O pedido ocorreu após a ministra Rosa Weber, do STF, cobrar uma posição da procuradoria sobre a notícia-crime apresentada por três senadores ao tribunal pedindo a investigação das denúncias.

A PGR havia pedido para aguardar a conclusão da CPI, para então pedir a abertura de uma investigação, mas a ministra afirmou que a apuração da comissão não impede a atuação do Ministério Público Federal.

Ministério da Economia segue propondo mudanças no texto da reforma tributária, já entregue ao Congresso

Na quinta-feira (1), o ministro da economia, Paulo Guedes voltou a sugerir mudanças na proposta do Imposto de Renda de empresas. Conforme ele, o governo estuda uma redução do Imposto de Renda para Pessoas Jurídicas (IRPJ), de 10 pontos percentuais. Porém, isso só vai ocorrer se o Congresso aprovar o fim da concessão de isenções “bilionárias para poucas empresas”.

A proposta anterior, enviada ao Congresso na última sexta-feira (25), previa a redução da alíquota do IR de empresas dos atuais 15% para 10%, com um escalonamento de 2,5 pontos percentuais em 2022 e mais 2,5 pontos percentuais no ano seguinte. O ministro disse, ainda na quinta-feira (1), que sua equipe está praticamente convencida que é viável cortar 5% já em 2022, eliminando as duas etapas pensadas anteriormente. 

Conforme Paulo Guedes, o governo busca diminuir imposto para as empresas e aumentar para para os rendimentos de capital, além de diminuir os tributos dos trabalhadores assalariados. A faixa de isenção do IR passou de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil nesta segunda etapa da reforma.

A reforma tributária também toca em outro ponto importante para o governo federal, o programa Bolsa Família. O valor médio do benefício dependerá dos rumos da reforma. O valor pago atualmente é de R$ 189,00, mas o presidente Jair Bolsonaro já chegou a anunciar que pagaria R$ 300,00, valor acima dos R$ 250,00 estudados pelo governo.

A estratégia é usar o ganho de arrecadação, como a volta da tributação dos lucros e dividendos, para ampliação do programa social. A tributação sobre lucros e dividendos não existe desde 1995 e, no projeto enviado ao congresso, ocorreria uma taxação de 20% na fonte do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF).

Governo cria nova câmara de gestão energética para enfrentar crise hídrica; Aneel aumenta tarifa da bandeira vermelha 2 em 52%

O governo federal publicou na segunda-feira (28) uma Medida Provisória (MP) que institui a Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG). O objetivo é centralizar a gestão da crise hídrica, estabelecendo medidas emergenciais. 

De acordo com o documento, o órgão definirá diretrizes obrigatórias para, “em caráter excepcional e temporário”, estabelecer limites de uso, armazenamento e vazão das usinas hidrelétricas. A CREG será composta pelos ministros de Minas e Energia, Economia, Infraestrutura, Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional. 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu na terça-feira (29) aumentar o valor da bandeira vermelha patamar 2 a partir de domingo, 4 de julho, em 52%. 

O Sistema Interligado Nacional (SIN) foi afetado e o valor atual de R$ 6,24 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) passa agora para R$ 9,49. A previsão é a de que a bandeira vermelha patamar 2 vigore, no mínimo, entre os meses de julho e novembro deste ano. 

Os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste – que respondem por 70% da capacidade de geração de energia de todo o país – estão com 29,4% da capacidade de armazenamento, e não há perspectiva de chuva forte nessas regiões até meados de outubro.

Apesar desta crise, a maior dos últimos 91 anos, o governo descarta o risco de apagão e de racionamento de energia em 2021.

DO LADO DE LÁ

Principais notícias que se destacaram no cenário global desta semana. Veja o que foi notícia:

Dados de PMI indicam crescimento nas principais economias do mundo

Os Índices dos Gerentes de Compras (PMI, na sigla inglês) foram positivos nas principais nações desenvolvidas, apontando crescimento da atividade industrial e comercial nessas regiões, com exceção da China, que desacelerou o crescimento, mas sem recuar. 

O Índice de Gerentes de Compras chinês, medido pelo Caixin/Markit e lançado na quarta-feira (30), caiu a 51,3 no mês passado de 52 em maio, marcando o 14º mês de expansão, mas abaixo das expectativas de analistas de 51,8. Números acima dos 50 pontos indicam expansão. 

No caso do país asiático, a desaceleração é motivada pelo ressurgimento dos casos de Covid-19 na província exportadora de Guangdong e preocupações com a cadeia de oferta, levando a produção cair ao menor nível em 15 meses.

Em solo americano, o PMI Industrial ficou estável ante maio, mas em alto patamar, a 62,1 pontos. O dado divulgado na quinta-feira (01) pela IHS Markit manteve o indicador em seu maior patamar da série histórica, iniciada em maio de 2007, mas não saciou as projeções de analistas, que previam alta a  62,6 pontos. Segundo responsáveis pela formação do dado, o não crescimento no patamar esperado é reflexo de gargalos na oferta de matérias-primas e mão de obra. 

Outros dados de impacto positivo na economia americana são os de empregos. Na quinta-feira (1) foi a divulgação da queda dos pedidos de auxílio desemprego semanais, que caíram em 51 mil pedidos , aos 364 mil pedidos por semana. Na sexta-feira (2) foram os dados de payroll que se destacaram: os EUA criaram 850 mil empregos em junho, muito acima da projeção de economistas em 700 mil novas vagas.

Na zona do euro o crescimento do IGP foi acima das previsões, tornando-se a leitura mais elevada desde que a pesquisa começou em junho de 1997. O dado divulgado na quinta-feira (1) subiu de 63,1 em maio para 63,4 em junho. A expectativa preliminar era de manutenção nos 63,1 pontos. No entanto, o dado mostrou também que as fábricas europeias enfrentaram o aumento mais forte nos custos de matérias-primas em mais de duas décadas.

 

Biden quer aprovar planos trilionários de infraestrutura e de famílias

O presidente dos Estados Unidos Joe Biden está motivado a aprovar o plano de gastos em infraestrutura de US$ 1 trilhão e o pacote para as famílias norte-americanas de US$ 1,8 trilhão, negociando aprovação das duas propostas com o congresso. No caso da infraestrutura, o foco do chefe do executivo americano é na construção de pontes e estradas, disse o presidente na terça-feira (29) em viagem ao estado de Wisconsin. A ideia é que isso seja feito sob um processo especial vinculado ao orçamento, conhecido como reconciliação, que requer apenas uma maioria simples.

Na quarta-feira (30), a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki disse que “Ele [Biden] vai focar seu tempo e esforço vendendo os benefícios de ambos os pacotes, no que podem fazer pelo povo norte-americano”, disse a porta-voz. Em termos da mecânica do progresso, “ele quis ser claro que não pretendia emitir um veto” e que segue comprometido com as duas propostas. Na coletiva, Psaki destacou o apoio de republicanos, governadores estaduais e centrais sindicais ao plano de infraestrutura.

Em Wisconsin, Biden avisou que a China assumirá a liderança se o país não se comprometer firmemente a investir em infraestrutura, e disse que o plano proposto pode criar “milhões de empregos altamente remunerados”. Na semana passada, o presidente dos EUA afirmou que o acordo foi alcançado com os membros do congresso depois de sair de reunião com um grupo bipartidário de senadores.

Variante Delta avança e gera novas preocupações no globo

A OMS (Organização Mundial da Saúde) já alertou: “No momento, é a variante mais contagiosa já identificada”. Outro problema identificado é a redução da eficácia das vacinas contra a covid-19, principalmente se a pessoa tomou apenas a primeira dose. 

A Rússia, ao longo da semana, registrou novos recordes diários de mortes por Covid-19. O recorde anterior ocorreu em dezembro de 2020. A Austrália colocou quase 10 milhões de pessoas – 40% da população – em confinamento por três dias. Na quarta-feira (30), o Japão relatou que a variante Delta responde agora por quase um terço de todos os casos novos no leste do país, incluindo Tóquio, e que a cifra pode chegar a 50% até meados de julho. Nesta sexta-feira (2), a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, reiterou que a proibição aos espectadores na Olimpíada, que começa em 23 de julho, será uma opção se a situação do coronavírus piorar.

No caso da Europa, a OMS emitiu um alerta para risco de 3ª onda de covid-19 devido a realização da Eurocopa, campeonato de futebol com os principais times do Velho Continente, e que está recebendo público nos estádios onde acontecem os jogos e também em bares. 

A Alemanha, prevendo uma nova onda, anunciou que estuda combinar vacinas contra a Covid-19. Segundo informações da Reuters, o governo pretende combinar uma primeira dose da vacina da AstraZeneca com uma segunda dose de uma vacina baseada em RNA mensageiro, uma vez que testes com o acréscimo de uma dose de um imunizante de RNA apontou uma proteção maior contra a variante Delta.

Nesta sexta-feira (2), a OMS voltou a se manifestar e alertou que estamos perante um “período muito perigoso da pandemia” de covid-19 a nível global. 

Moedas pelo mundo

Cotação e performance das principais moedas, através da consulta em ferramentas de análise gráfica do Profit Pro

 

Ranking de Moedas

A variação das principais moedas mundo em comparação ao dólar não foi de resultados positivos para o real. Na ferramenta “Ranking de Moedas”do Profit Pro, que reúne 21 moedas globais, o Brasil ficou na 17ª posição, com variação negativa de 1,21%, segundo consulta realizada às 10h30 de sexta-feira (2). Um dos motivos para a desvalorização do real pode ser a recuperação da moeda norte-americana, que voltou a ultrapassar os R$ 5,00 nesta semana. 

Em comparação às moedas emergentes, o real também se destaca negativamente, com pares como o a lira turca e o peso mexicano despontando nas primeiras posições do ranking. A lira em 1º lugar, com alta de 0,82% e a moeda mexicana em 4º lugar com queda de 0,22%. De acordo com o “Ranking de Moedas”, a semana foi mais de perdas do que ganhos de valorização para a maioria das moedas. Na variação diária o real valorizou 1,09%.

As moedas fortes seguem estáveis, com o Euro mantendo posição na 13º posição em comparação com dólar, patamar que se mantém também na variação mensal. Já o DXY (DOLINDEX no Profit Pro),  que mostra a relação do dólar contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos, registra alta de 0,83% na semana. O Dollar Index compara a moeda norte-americana com o euro (zona do euro), o iene (Japão), a libra esterlina (Reino Unido), o dólar canadense (Canadá), a coroa sueca (Suécia), e o franco suíço (Suiça). Confira as imagens extraídas do Profit Pro.

Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro
Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro
Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX
Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX

 

Cotações

Ante o real, as seguintes moedas performaram assim: USD/BRL teve variação positiva na semana de 2,23%, a R$ 5,045. O Euro (EUR/BRL) registrou alta de 1,41% frente a moeda brasileira, cotado a R$ 5,976. No México, o peso (MXN/BRL) também registrou alta, a 2,07%, a R$ 0,254.  O Yuan chinês cresceu 1,92% frente ao real nesta semana,  cotado a R$ 0,778. Os dados são do Profit Pro.

Mercado Fundamentalista 

Apanhado dos principais dados fundamentalistas de empresas listadas na B3 durante esta semana. Aqui você vai ver o comportamento financeiro e as perspectivas dos papéis listados em bolsa, através das movimentações e estratégias dos grandes players do mercado

 

Insides do mercado

A semana começou com a notícia da renúncia do presidente do conselho da Cielo (CIEL3), Mauro Ribeiro Neto, na sexta-feira (25). O novo nome para o cargo, aprovado em eleição do colegiado, é do economista José Ricardo Fagonde Forni. Em maio, o então diretor-presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, também renunciou ao cargo. 

A empresa de alimentos BRF (BRFS3) se comprometeu em reduzir suas emissões líquidas de carbono até 2040, seguindo o mesmo caminho de sua rival, a JBS (JBSS3), que divulgou recentemente o mesmo objetivo de mitigação de carbono. O anúncio da BRF ocorreu na quarta-feira (30), enquanto a meta da JBS foi definida em meados de março de 2021. 

A AB InBev (ABUD34), multinacional de bebidas e cervejas formada em 2004 pela fusão da belga Interbrew e da brasileira Ambev, nomeou pela primeira vez um não-brasileiro para chefia do mercado norte-americano. O nome anunciado na segunda-feira (28) foi de Brendan Whitworth, que também é CEO da Anheuser-Busch. Whitworth entra no lugar do brasileiro Michel Doukeris, que assumiu como CEO da AB InBev em 1º julho.

 

Follow ON e aquisições

A Petrobras (PETR4) deverá levantar R$ 11,36 bilhões com a venda de sua participação restante na BR Distribuidora, anunciada na quarta-feira (30) em fato relevante da BR Distribuidora (BRDT3). A oferta secundária de ações, que envolveu 436,9 milhões de papéis, foi precificada a R$ 26 por papel e começou a ser negociada nesta sexta-feira (2). A intenção da blue chip brasileira ao sair completamente do capital da BR é focar as atividades em exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas. Segundo a Bloomberg, esta é a maior venda de ações da América Latina neste ano.

A CSN (CSNA3) anunciou na quarta-feira (30) a compra da Elizabeth Cimentos e Elizabeth Mineração, que atua na região Nordeste, em especial na Paraíba e em Pernambuco. O negócio foi avaliado em R$ 1,08 bilhão e envolve pagamento em caixa, aporte de capital e assunção de dívidas. A partir do anúncio, a CSN Cimentos adicionou 1,3 milhão de toneladas por ano em sua capacidade produtiva, passando para 6 milhões de toneladas por ano de capacidade total de produção, segundo informa a empresa. O fechamento da operação está sujeito à aprovação de autoridades concorrenciais.

A Magazine Luiza (MGLU3) informou a entrada no mercado carioca, com a abertura de pelo menos 50 lojas no Rio de Janeiro ainda em 2021, na última terça-feira (29).  Os primeiros 23 pontos físicos serão abertos imediatamente em diversas cidades do Estado, segundo informa a varejista. A cantora Anitta será a garota propaganda, junto com a personagem digital Lu, do Magalu. O investimento não foi divulgado.

A Ambipar (AMBP3) anunciou a aquisição de 100% da Disal Ambiental Holding, na segunda-feira (28), sem informar valores. A compra, efetuada através da controlada direta, Environmental ESG Participações, não será submetida à aprovação dos acionistas. O foco de atuação da Disal volta-se à gestão total de resíduos industriais, provendo soluções de coleta e tratamento de sólidos, líquidos e perigosos. 

 

IPOs

A 3tentos (TTEN3) aprovou na segunda-feira (28) a realização da oferta restrita de ações da companhia. Sendo restrita, a oferta é direcionada apenas aos investidores profissionais. A data para ingressar na B3 é 12 de julho e o preço da ação varia entre R$ 11,75 e R$ 13,75. A precificação das ações ocorrerá no dia 07 de julho.

A Smart Fit (SMFT3) abriu na terça-feira (29) suas reservas de ações. O preço da ação tem como faixa indicativa R$ 20,00 e R$ 25,00. O prazo final para adesão à oferta termina em 9 de julho, enquanto a estreia na bolsa ocorrerá cinco dias depois, em 14 de julho.

A Companhia pretende utilizar os recursos líquidos provenientes da Oferta Primária para expandir os negócios da rede.

Ainda na terça-feira a Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3) também abriu a reserva de ações. O preço da ação fica na faixa indicativa de R$ 14,00 a R$ 18,00.  A CBA tem como objetivo destravar valor entre as subsidiárias do grupo, por isso a oferta de ações será mista. A estreia na bolsa ficou agendada para 15 de julho. 

Maiores altas da semana

Banco Inter (BIDI11) 11,71% – R$ 78,20

PetroRio (PRIO3)  11,16% – R$ 21,21

Braskem (BRKM5) 8,77% – R$ 60,28

Br Distribuidora (BRDT3) 7,61% – R$ 29,68

BTG Pactual (BPCA) 5,28% – R$ 31,13

Maiores baixas da semana

Cogna (COGN3) -6,10% – R$ 4,31

JHSF (JHSF3) -6,06 – R$ 7,13

Iguatemi (IGTA3) -5,57% – R$ 39,69

Br Malls (BRML3) -5,47% – R$ 10,02

BRF Alimentos (BRFS3) -5,20% – R$ 27,00