Blog ETF
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O que são ETFs? Saiba tudo sobre essa classe de ativos!

Conheça a forma de se investir em fundos de investimento de maneira mais simples

Como você já deve saber, o mercado financeiro é repleto de siglas e códigos que servem para identificar tipos de ativos e formas de se operar em renda variável. Neste universo de siglas, uma tem se destacado nos últimos tempos: o nome dela é ETF.

Este conjunto de três letras tem aparecido cada vez mais na cobertura diária do mercado financeiro. Até porque há cada vez mais ETFs sendo negociados na bolsa de valores do Brasil. Nos últimos quatro anos o número mais que dobrou, passando de 14 ETFs em 2017 para 49 em 2021, segundo dados da B3

Todos esses ativos estão disponíveis no Profit Pro.

Um dos motivos para tanta atração é porque os ETFs podem abranger vários tipos de investimento: de fundos imobiliários à renda fixa, de criptomoedas à bolsas internacionais, de commodities à moedas e mais uma porção de segmentos. Porém, diferente de um fundo de investimento tradicional, a compra e venda do ETF é feita diretamente em seu home broker.

Outro chamariz são os baixos custos e o menor risco que eles podem representar em comparação a outros ativos do mercado de renda variável.

Mas você sabe, de fato, o que são ETFs? Suas principais características e a função que ela exerce no mercado? Fique tranquilo, neste artigo vamos explicar tudo que você precisa saber para entender e começar a operar ETFs com muito mais propriedade e confiança. 

Pronto!? Então, vamos lá!

 

Os ETFs e seu papel no mercado

A sigla ETF serve para abreviar o termo em inglês ‘Exchange Traded Funds’, que traduzido para português significa ‘Fundos Negociados em Bolsa’. Ou seja, os ETFs nada mais são que fundos de investimentos.

No entanto, há algumas características importantes que os distinguem dos fundos tradicionais.  

A principal é na forma de “contratação”, por assim dizer. Enquanto no caminho tradicional é preciso consultar as corretoras, procurar por um fundo de seu interesse e fazer o aporte pela própria instituição financeira, a forma de aquisição das ETFs é bem mais simples e não depende diretamente das corretoras.

Pelo contrário, você compra um ativo de ETF como se estivesse comprando qualquer outra ação da B3. Basta acessar seu home broker, como a plataforma Profit Pro, digitar o código do ETF que você quer, e realizar a transação como qualquer outra ação ofertada em pregão. 

No Brasil, o ticker do ETF é formado por quatro letras, seguidas do número 11, como XINA11, HTEK11, GOLD11, QETH11 e muitas outras. Atualmente, há 49 ETFs na bolsa brasileira. 

 

O ETF na estratégia de operações

É importante lembrar que os ETFs sempre vão replicar uma estratégia em ações, sejam de um mesmo segmento ou de segmentos diferentes. Por exemplo, há ETFs que reúnem as principais ações da bolsa chinesa, ou as empresas de tecnologia da Nasdaq, ou um cesto de criptomoedas como o bitcoin. As opções são diversas. 

Isso porque uma de suas características do ETF é a gestão passiva. Neste caso, os ganhos dificilmente superam a rentabilidade dos ativos que espelham o fundo de índice em questão, mas o risco também é proporcionalmente menor. 

Um exemplo cristalino é o ETF que replica o índice Ibovespa, principal índice acionário da B3, conhecido como BOVA11. No caso do BOVA11, o fundo vai replicar a composição do índice Ibovespa, copiando seus movimentos, que por si só reflete o conjunto proporcional das principais empresas listadas na B3. 

Os ETFs fazem parte do mercado à vista, o mesmo das ações tradicionais.

 

A diferença entre ETFs e fundos de investimentos

Assim como num fundo de investimento tradicional, a gestão das ETFs é feita por gestores especializados, que diariamente acompanham o mercado e fazem transações necessárias para obter os resultados mais próximos ao índice de referência. O patrimônio do fundo é dividido em cotas, que são negociadas na bolsa de valores. Assim, teoricamente, o preço dos ETFs varia conforme os preços das ações que o compõem.

Uma diferença para os fundos tradicionais é a forma de acompanhamento de desempenho. No caso dos tradicionais, as informações sobre a rentabilidade precisam ser fornecidas por entidades como a Anbima (Associação das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários). 

Já no caso dos fundos negociados em bolsa, o acompanhamento se dá em tempo real, através de plataformas como o Profit Pro. 

Na plataforma é possível analisar as cotações dos ETFs em tempo real e operar com máxima velocidade, tanto através da ferramenta “Grade de Cotações”, digitando o nome do ativo, como também através da análise gráfica, “Livro de Ofertas”, “Times and Trades” e muitas outras ferramentas. Na imagem abaixo usamos o ticker BOVA11 como exemplo de algumas funcionalidades do Profit para os ETFs:

Imagem extraída da plataforma Profit Pro

Mas você deve estar se perguntando: “Por que afinal investir em ETF pode ser uma boa escolha para mim?”. As respostas para essa pergunta você encontra a seguir, quando explicaremos um pouco mais sobre as características desses fundos.

 

Anatomia dos ETFs: entenda as características dos fundos negociadas em bolsa

Como você pôde perceber, os ETFs buscam replicar uma carteira de ações e busca retornos que correspondam, de forma geral, à performance, antes de taxas e despesas, desta carteira. Por ter essa característica de gestão passiva – ou seja, que não pretende ultrapassar a valorização do índice de referência, mas sim simulá-lo – os ETFs são ativos com menor exposição ao risco.

Além disso, esses ativos permitem a diversificação da carteira com a aquisição de bem menos ações, o que é chamado de exposição indireta no jargão do mercado .

Então, quando adquire um ETF, o investidor passa a deter indiretamente todas as ações componentes de um índice, e na mesma proporção que cada uma delas representa no fundo, sem precisar comprar os papéis de cada empresa.

Por exemplo, se você adquirir uma cota de BOVA11 vai estar adquirindo um cesto com as principais ações do Ibovespa. No entanto, se tivesse que comprar todas as ações, proporcionais à sua representatividade no índice da B3, a operação seria bem mais cara e complexa.

Ainda sobre as reduções de custo, os ETFs possuem baixa taxa de administração e permitem acesso ao mercado de ações, de forma diversificada, sem incorrer em altas despesas operacionais, com baixo investimento inicial, e sem a responsabilidade de realizar ajustes na carteira para reproduzir individualmente a performance do índice subjacente – lembra que quem faz isso é um gestor especializado?

No próximo tópico, vamos falar mais sobre os custos dos fundos negociados em bolsa e os tributos que incidem sobre eles. Vamos lá!

 

Custos e tributos 

Os custos sobre os ‘Exchange Traded Funds‘ são bem similares aos custos de ações ofertadas na bolsa. Assim como em qualquer operação, é preciso pagar a taxa de corretagem para a corretora que intermediou suas transações e também outras taxas de negociações pagas à B3, chamadas de emolumentos.

O que diferencia os ETFs da compra de qualquer outro ativo listado é a cobrança de  taxa de administração, que é paga ao gestor do ETF. Esse mesmo tipo de taxa é cobrada nos fundos tradicionais e serve para remunerar o trabalho do gestor responsável para definir que papéis serão comprados ou vendidos, quando e em que quantidade. A diferença é que a taxa de administração dos ETFs costuma ser menor do que a do mercado tradicional.

E lembre-se que, da mesma forma que é aplicada ao mercado de ações em geral, os ETFs estão sujeitos ainda à incidência de Imposto de Renda. A alíquota é a mesma aplicada sobre o mercado de ações em geral: 15% sobre os ganhos, com exceção do ETF de fundos imobiliários, no qual a alíquota é de 20%.

Não há isenção de IR para quem realiza vendas na bolsa de valores em valor até R$ 20 mil mensais. Já nos ETFs de renda fixa, o imposto de 15% é retido na fonte, com recolhimento pela corretora intermediadora.

 

Por que os ETFs têm atraído tantos investidores?

Recapitulando. Neste artigo você entendeu que os ETFs replicam índices da bolsa de valores e tem a características de diversificar, com apenas um ativo, a carteira de ações do operador. Entendeu também que eles são conhecidos por sua gestão passiva, o que reduz os riscos de perdas acentuadas. Você também pôde aprender sobre os custos de ETFs, que são bem parecidos com os do mercado de ações, com exceção da taxa de administração.

Essa compilação de características é o imã que tem atraído tantos operadores para as operações em ETF, principalmente operadores iniciantes. Por ser barata, de risco indireto e diversificadora de carteiras, a busca por ETF tem crescido ano após ano no Brasil e também nos mercados internacionais. 

Outro ponto fundamental é a simplicidade

Agora imagine um cenário inverso, em que você precisa comprar vários papéis de um mesmo segmento para compor uma carteira mais diversificada. Além de precisar acompanhar todos os ativos diariamente, o que demandaria muito tempo, o custo para vender e comprar essas ações também vai ser muito maior, pois será feita separadamente. 

Por essas e outras que os fundos negociados em bolsa têm sido vistos como uma boa opção para operadores iniciantes e aqueles que buscam diversificar seus ativos de forma rápida, prática e relativamente barata. 

 

Conclusão

Agora que você entendeu o funcionamento e as características dos ETFs, está na hora de colocar seu conhecimento em prática e começar a acompanhar esses ativos em seu home broker. O Profit Pro é a plataforma mais completa, com diversas ferramentas de análise e operações e velocidade que você precisa para obter bons resultados. 

Para mais conteúdos, siga nos acompanhando no Blog.Nelogica e em nossas redes sociais.

Bons trades e até mais!