Replay de Mercado: A força tarefa de Biden contra a inflação

Resumo com as principais notícias do cenário nacional e internacional que foram destaques nesta semana

Em semana de payroll e livro bege nos EUA, o presidente dos EUA, Joe Biden, se reuniu com o Federal Reserve (Fed) e o Tesouro dos EUA como uma forma de criar sua própria força tarefa contra a inflação. Com os preços nas alturas e as eleições de meio de mandato cada vez mais próximas, Biden sabe que o tema será uma pedra em seu sapato na corrida por mais cadeiras no Congresso americano.

Além disso, no cenário internacional ganharam destaque a ligeira recuperação da indústria chinesa e a inflação recorde na zona do euro.

No Brasil, dados sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e mercado de trabalho estavam no radar, além de falas do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Tudo isso e mais você confere nesta edição do Replay de Mercado

Notícias internacionais

Biden se reúne com Fed e Tesouro para tratar inflação; payroll e livro bege ficaram no radar do mercado

China flexibiliza restrições de circulação e atividade industrial cresce

Inflação na zona do euro atinge novo recorde com alta generalizada de preços

Notícias nacionais

Economia cresce no 1º trimestre puxada por setor de serviços, mostram dados do PIB

Presidente do BC fala sobre alta das commodities e defende subsídios para mais pobres

Desemprego cai para o menor nível desde 2015, aponta IBGE

Moedas pelo mundo

Ranking de Moedas

Mercado Fundamentalista

Insiders

Follow On e Aquisições

IPOs

Maiores altas e baixas da semana

internacionais

Biden se reúne com Fed e Tesouro para tratar inflação; payroll e livro bege ficaram no radar do mercado

Próximo das eleições de meio de mandato, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, já entendeu que quanto maior forem os preços ao consumidor menor será sua popularidade, o que pode fazer o democrata perder a maioria na Câmara dos Deputados. Diante disso, Biden se reuniu nesta semana com o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, e a secretária do Tesouro, Janet Yellen, para tratar especificamente sobre o combate à inflação no país.

Aos jornalistas, o presidente da maior economia do mundo destacou a independência que tanto o Tesouro como o BC dos EUA têm para definir políticas monetárias efetivas para arrefecer os preços. No entanto, o encontro por si só já expõe a preocupação do presidente sobre a inflação nas alturas.

Além disso, o mercado financeiro repercutiu ao longo dos últimos dias a possibilidade de uma postura menos “hawkish” no combate aos preços altos. Duas publicações importantes desta semana, payroll e livro bege, corroboram com a ideia de um BC menos agressivo, já que os dados indicam um mercado de trabalho em alta. 

Por outro lado, o medo de recessão começa a aparecer nos EUA, aponta o Livro Bege.

Publicado na quarta-feira (1º), o livro bege indica que a economia na maioria das regiões do país cresceu a ritmo modesto ou moderado de abril até o fim de maio, e há sinais de que as medidas do Fed para esfriar a demanda começaram a ser sentidas.

Contatos do varejo notaram um certo arrefecimento à medida que consumidores enfrentaram preços mais altos, e os contratos de imóveis residenciais observaram fraqueza conforme os compradores tiveram de lidar com preços elevados e taxas de juros crescentes”, disse o Fed na pesquisa, realizada em todos os 12 distritos do banco central até 23 de maio.

O livro também indica que há temores de uma retração econômica mais persistente nos EUA. A apreensão foi registrada nos distritos de Boston, Filadélfia e Dallas.

Já a publicação do payroll nos EUA, dado que inclui toda força de trabalho, excluindo o setor primário, e mede quantas pessoas estão empregadas e recebem salário nos EUA, ficou acima do esperado. 

O país criou 390 mil vagas de trabalho em maio, de acordo com a publicação de sexta-feira (3) do Departamento de Trabalho.

Economistas projetavam a abertura de 325 mil vagas de trabalho fora do setor agrícola no mês passado. A taxa de desemprego se manteve em 3,6%; a projeção era de que ela oscilasse negativamente para 3,5%.

Agora vai ser preciso aguardar as novas decisões do Fed e qual será o poder delas frente à inflação nos EUA.

China flexibiliza restrições de circulação e atividade industrial cresce

A abertura gradativa da China, com  exceção de Pequim, e o anúncio de flexibilizações da sua política de controle à Covid-19 amenizou as preocupações do mercado nesta semana. Isso porque a segunda maior economia do mundo é um porto logístico fundamental para as cadeias de abastecimento mundiais, além é claro da maior parceira comercial do Brasil.

Na quinta-feira (2), o Conselho de Estado presidido pelo primeiro-ministro da China, Li Keqiang, anunciou que os bancos estatais chineses mobilizarão uma linha de crédito de 800 bilhões de yuans (cerca de US$ 120 bilhões) para o financiamento de projetos de infraestrutura. A ideia com isso é injetar estímulos e estancar o recente enfraquecimento da atividade econômica no país asiático.

Além da linha de crédito, as autoridades vão estabelecer uma assistência a trabalhadores imigrantes desempregados, em um valor ainda não anunciado. Também vão permitir o adiamento do pagamento de 90 bilhões de yuans em empréstimos para a compra de caminhões.

Mesmo que não reflitam totalmente essas medidas recém listadas, os Índices de Gerente de Compras (PMIs na sigla em inglês) da China mostraram recuperação da atividade industrial, embora ainda em níveis que indicam contração.

O índice de gerentes de compras da indústria da China subiu de 46,0 em abril para 48,1 em maio, informaram na quarta-feira (1º) a S&P Global e a Caixin Media. Apesar da alta, o resultado indica o terceiro mês consecutivo de contração da atividade industrial do país – a marca de 50 separa contração de expansão.

O aumento do PMI refletiu a redução das restrições impostas pela onda mais recente de Covid-19 no país, segundo relatório publicado pela Caixin.

A leitura apontou na mesma direção do indicador oficial, medido pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês) chinês. O PMI oficial avançou de 47,4 em abril para 49,6 em maio, também abaixo do patamar de 50.

Inflação na zona do euro atinge novo recorde com alta generalizada de preços

A inflação nos 19 países que formam a zona do euro atingiu um novo recorde em maio e acelerou de 7,4% em abril para 8,1% em maio na base anual, indicando um aumento generalizado nos preços, e não apenas nos custos com energia, conforme divulgou a Eurostat. O resultado também superou as expectativas do mercado e já está 4 vezes acima da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é 2%.

O novo recorde, de certa forma, desafia o entendimento do BCE de que aumentos graduais das taxas de juros a partir de julho serão suficientes para domar o aumento dos preços. A desconfiança sobre a capacidade do banco em domar a inflação levou os índices acionários da zona do euro às mínimas na terça-feira (31), quando os dados vieram a público. 

A inflação excluindo alimentos e energia, observada de perto pelo BCE, acelerou de 3,9% para 4,4% na base anual, enquanto uma medida ainda mais restrita, que também exclui álcool e tabaco, acelerou de 3,5% em abril para 3,8% em maio.

A curva de alta da inflação na zona do euro começou em novembro do ano passado: inicialmente devido a problemas na cadeia de abastecimento após a pandemia, depois com a guerra da Rússia na Ucrânia, sugerindo que uma nova era de rápido crescimento de preços está agora varrendo uma década de inflação ultrabaixa.

A Europa vive um processo de transição para uma economia mais verde, menos dependente dos combustíveis fósseis, e há um entendimento que essa transição esteja ameaçando a estabilidade dos preços. 

“A médio prazo, as pressões de custo relacionadas à transição verde serão certamente mais fortes”, disse ela em uma conferência realizada pelo Banco de Compensações Internacionais. “Estará relacionada com a descarbonização e a transição”, esclareceu a presidente do BCE, Christine Lagarde, esta semana.

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da zona do euro também deu um salto, de 37,2% em abril ante igual mês do ano passado. Em relação a março, o PPI do bloco avançou 1,2% em abril.

Economia cresce no 1º trimestre puxada por setor de serviços, mostram dados do PIB

A economia do país, medida através do Produto Interno Bruto (PIB), avançou no 1º trimestre deste ano, seja em comparação com o mesmo período do ano passado como também comparado ao 4º trimestre de 2021. Frente à última leitura do PIB, o crescimento foi de 1%, enquanto o avanço foi de 1,7% no comparativo anual, segundo informou na quinta-feira (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As expectativas do mercado financeiro eram de um resultado levemente melhor, alta de 1,2% sobre o período imediatamente anterior e de 1,8% na comparação anual. No entanto, a divulgação do PIB não freou o bom desempenho do Ibovespa, que fechou em alta de 0,93%, aos 112.392 pontos na quinta.

No acumulado dos quatro trimestres, o PIB cresceu 4,7%. Em valores correntes, o PIB no 1º trimestre de 2022 totalizou R$ 2,249 trilhões, sendo R$ 1,914 trilhão referente ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 335,3 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

Com esse resultado, o PIB está 1,6% acima do patamar do 4º trimestre de 2019, período pré-pandemia, e 1,7% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica do país, registrado no primeiro trimestre de 2014.

O crescimento da economia foi puxado pela alta nos serviços (1%), que representam 70% do PIB do país. 

Dentro dos serviços, o maior crescimento foi de outros serviços, que tiveram alta de 2,2%, no trimestre, e comportam muitas atividades dos serviços prestados às famílias, como alojamento e alimentação. Muitas dessas atividades são presenciais e tiveram demanda reprimida durante a pandemia”, explica a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

Por outro lado, a agropecuária recuou 0,9% no primeiro trimestre. “Essa queda foi impactada principalmente pela estiagem no Sul, que causou a diminuição na estimativa da produção de soja, a maior cultura da lavoura brasileira”, destaca Palis. O setor industrial, por sua vez, ficou estável.

A projeção do Ministério da Economia para o PIB de 2022 é de alta de 1,5% ao fim do ano. Já a projeção do mercado, materializada pela última divulgação do relatório Focus, é de 1,30% para o mesmo período.

Presidente do BC fala sobre alta das commodities e defende subsídios para mais pobres

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, projetou nesta semana maneiras de amenizar a alta dos preços no consumo das famílias, sobretudo as mais pobres. Além disso, também comentou sobre como esse período de alta das commodities, motivado principalmente em razão da guerra na Ucrânia, pode ser paralelamente benéfico para a economia. 

De acordo com a autoridade monetária do país, o choque atual das commodities tem um lado bom e outro ruim para a economia. De um lado, como o Brasil é grande exportador de grãos, a alta dos preços tem efeito direto no aumento das exportações e arrecadação, que foi a maior desde 1995, segundo dados da Receita publicados na semana passada. 

O ônus, no entanto, é que se cria um problema social devido ao aumento de preços de energia, combustíveis e alimentos.

Segundo ele, há algumas opções para lidar com esse problema. O primeiro é deixar os preços equilibrarem o mercado, reduzindo o consumo. “Mas isso não é socialmente nem politicamente viável.” A segunda opção, conforme Campos Neto, é intervir nos preços, como em vários países neste momento, mas isso pode desencorajar investimentos. “E acho que é o setor privado que vai resolver o problema no final, e não o governo.”

Outra solução sugerida por Campos Neto, que ganhou destaque nesta semana, é a de amenizar os preços via subsídios.

Transferir uma parte do choque positivo [alta de arrecadação] para resolver as questões sociais, via subsídios. Essa é uma solução boa, mas o problema é: uma vez que você cria os subsídios, há o risco de se tornar um gasto permanente”, completou Campos Neto, indicando que os eventuais benefícios, em sua visão, deveriam ser temporários.

Ainda nesta semana, o presidente do BC defendeu o tripé “juros, câmbio flutuante e medidas prudenciais” para controlar a atual alta da inflação e evitar riscos de recessão em audiência na Câmara dos Deputados. 

Nós acreditamos que o instrumento para combater a inflação são os juros? Que o instrumento para combater a instabilidade financeira são as medidas macroprudenciais? Nós acreditamos que o câmbio é flutuante? Se não acreditamos nesse tripé, aí precisamos iniciar uma nova conversa. Nós claramente acreditamos nesse tripé no Banco Central”, concluiu.

Desemprego cai para o menor nível desde 2015, aponta IBGE

A retomada do consumo e, paralelamente, da circulação de pessoas, após a pandemia de Covid-19, tem se refletido na retomada do mercado de trabalho, um processo que começou em julho de 2021.

A taxa de desocupação ficou em 10,5% no trimestre encerrado em abril, a menor para esse trimestre desde 2015, quando foi de 8,1%. Em relação ao trimestre anterior, a taxa caiu 0,7 ponto percentual (p.p.), e, no ano, a queda foi de 4,3 p.p. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada na terça-feira (31) pelo IBGE.

O número de pessoas ocupadas (96,5 milhões) é o maior da série histórica, iniciada em 2012, e cresceu 1,1% na comparação com o trimestre de novembro a janeiro (1,1 milhões de ocupados a mais) e de 10,3% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (9 milhões de ocupados a mais).

Por outro lado, a taxa de informalidade ficou próxima da estabilidade, mas ainda representa mais de 1/3 do total de empregados. A taxa de informalidade foi de 40,1% da população ocupada (38,7 milhões de trabalhadores informais), uma queda de 0,3 ponto percentual na comparação trimestral, mas alta de 0,8 ponto percentual na anual.

Os empregos com carteira assinada subiram 2% na comparação trimestral e na anual houve crescimento de 11,6%.

O salário, no entanto, diminuiu. O rendimento real habitual ficou em R$ 2.569 no trimestre encerrado em abril, uma estabilidade frente ao trimestre anterior e uma redução de 7,9% frente ao mesmo trimestre do ano anterior. 

“Nesse trimestre, estamos diante da manutenção do processo de retração da taxa de desocupação, que vem ocorrendo desde o trimestre encerrado em julho de 2021, em função, principalmente, do avanço da população ocupada nos últimos trimestres”, destaca Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas por amostra de domicílios do IBGE.

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, projetou nesta semana um nível de desemprego abaixo dos dois dígitos neste ano. 

Ranking de moedas

Após assumir o melhor desempenho entre 22 moedas na semana passada, o real não conseguiu se manter forte frente ao dólar e cedeu 1,13% na semana, despencando para penúltima posição do “Ranking de Moedas”, ferramenta disponível no Profit Pro, que reúne 22 das principais moedas do mundo em comparação ao dólar. 

Já o rublo russo, que tinha perdido a liderança do ranking na semana passada, voltou a assumir o posto, fechando com alta de 4,52% frente ao dólar, o que o deixou disparado na frente. Acompanhando o rublo no pódio ficaram o dólar canadense, com alta de 1,08%, e o yuan chinês, que subiu 0,83%.

Na última colocação ficou o iene japonês (-2,71%), seguido pelo real e a libra esterlina (-1,02%).

Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro.

O DXY (DOLINDEX no Profit Pro), que mostra a relação do dólar contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos, registrou alta de 0,45% na semana.

O Dollar Index compara a moeda norte-americana com o euro (zona do euro), o iene (Japão), a libra esterlina (Reino Unido), o dólar canadense (Canadá), a coroa sueca (Suécia), e o franco suíço (Suíça). Confira:

 

Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX.

Cotações

Ante o real, as seguintes moedas performaram assim:

  • USD/BRL encerrou a semana com alta de 1,14%, a R$ 4,785
  • EUR/BRL fechou a semana com alta de 1,05%, a R$ 5,129
  • MXN/BRL encerra a semana com alta de 1,26%, a R$ 0,244
  • CNH/BRL com queda de 1,97%, a R$ 0,718

* O Ranking de Moedas, Dolindex e as cotações foram extraídas do Profit Pro, na sexta-feira (03), às 16h20

fundamentalista

Insiders

O Banco Inter (BIDI11) informou que o Banco Central homologou a sua reorganização societária, aprovada em AGE (assembleia-geral extraordinária) no dia 12 de maio, com vistas à migração da base acionária do Inter para a Inter & Co, com a listagem de suas ações na Nasdaq e negociação de certificados de BDRs Nível I.

O Carrefour Brasil (CRFB3) divulgou a composição de seu novo Comitê Executivo (Comex), sujeito ao fechamento da operação de aquisição do Grupo Big Brasil.

A CCR (CCRO3) informou que Cristiane Alexandra Lopes Gomes renunciou ao cargo de diretora de negócios da companhia para assumir o cargo de CTO.

A Getnet (GETT11) agendou para o dia 8 de julho a AGE (Assembleia Geral Extraordinária) para deliberar, perante a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e a SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos), sobre o fechamento de capital da empresa e sua saída da Bolsa de Valores.

O Ministério de Minas e Energia formalizou ao Ministério da Economia o pedido de inclusão da Petrobras (PETR4) na carteira do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), visando estudos para uma privatização.

A Ser Educacional (SEER3) elegeu novos executivos para a administração da companhia. Janguiê Diniz é o novo presidente do conselho de administração, enquanto Jânyo Diniz se tornou o diretor-presidente do grupo educacional. 

A Via (VIIA3) protocolou, nesta terça-feira (31), acordos de indenidade assinados com membros do conselho de administração. Trata-se de acordos-padrão, que preveem as condições em que a companhia deverá reembolsar ou indenizar seus administradores por despesas e custas com processos arbitrais, cíveis e administrativos.

Follow On e Aquisições

Dasa – A Dasa (DASA3) anunciou a compra da rede de laboratórios Geraldo Lustosa, sociedade que atua em Minas Gerais, por um valor não revelado

Eneva – A Eneva (ENEV3) anunciou a aquisição de 100% das ações representativas do capital social da Celsepar (Centrais Elétricas de Sergipe) e da Cebarra (Centrais Elétricas Barra dos Coqueiros).

Itaú Unibanco – A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição da corretora digital Ideal pelo Itaú Unibanco (ITUB4).

Light – A Light (LIGT3) também adquiriu energia no leilão Energia Nova A-4. Foram contratados 77,8 MW médios, ao preço médio de R$258,16/MWh, com início de fornecimento em janeiro de 2026 e vigência de até 20 anos.

Méliuz – O Méliuz (CASH3) informou que foi aprovada a incorporação das ações da Acessopar pela companhia. Com esses eventos, a Acessopar, a Bankly e o Banco Acesso passam a fazer parte do grupo.

Porto Seguro – A Porto Seguro (PSSA3) informou que a sua controlada indireta OM Soluções Imobiliárias concluiu a aquisição de 100% de participação da Nido Informática.

SulAmérica – A SulAmérica (SULA11) informou que concluiu a aquisição, por sua controlada Sul América Companhia de Seguro Saúde, de 100% das ações representativas da totalidade do capital social da Sompo Saúde.

Suzano – A Suzano (SUZB3) divulgou, na última sexta-feira (27), que venceu o leilão de Energia Nova A-4. Com o contrato, a empresa fará o fornecimento de 50 megawatts médio (MWm) pelo valor de R$ 315 megawatts/hora. O valor total ficou em aproximadamente R$ 2,8 bilhões.

Vibra Energia – A Vibra Energia (VBBR3) concluiu a aquisição das ações de emissão da Comerc com o pagamento total de R$ 1,2 bilhão aos acionistas originais da Comerc, outorgantes da opção de compra.

IPOs

A BRK Ambiental, uma companhia de saneamento básico, protocolou junto à Comissão de Valores Mobiliários seu pedido de registro de oferta pública inicial de ações (IPO). A companhia informou, ainda, que reapresentou o pedido de conversão do registro de emissor de valores mobiliários da Companhia perante a CVM da categoria “B” para a categoria “A”, além de ter pedido admissão à negociação das ações na B3 e adesão ao segmento especial de governança corporativa (Novo Mercado).

A estatal gaúcha Corsan espera retomar uma planejada privatização por meio de IPO até o próximo mês, segundo documentos disponibilizados pela empresa.

 Maiores altas e baixas da semana

 

 

Conclusão

Este foi o Replay de Mercado, com as principais notícias do mercado que foram destaques nesta semana. Para mais notícias, nos acompanhe no Blog da Nelogica. Você também pode se informar pelo Market Report, publicado três vezes por dia no Profit Pro, com as notícias mais relevantes do momento.