Replay de Mercado (07/01/22)

Resumo com as principais notícias do cenário nacional e internacional que foram destaques nesta semana, de 03 a 07 de dezembro 

O destaque da semana fica a cargo da divulgação da ata de reunião dos membros do Banco Central dos EUA, o Federal Reserve (Fed), que confirmou três altas de juros ainda em 2022 e redução dos seus aportes mensais em títulos públicos. A divulgação derrubou os mercados.

O ano também começou movimentado no Brasil, com diversas categorias de servidores federais mobilizando manifestações para janeiro em busca de reajuste salarial, o que já está causando problemas no abastecimento de cargas no país. O mercado vai acompanhar os desdobramentos deste assunto de perto, tanto pelos riscos fiscais envolvidos como também sob o ponto de vista política.

A semana também foi de importantes movimentações de empresas listadas na B3!

Tudo isso e mais você confere nesta edição do Replay do Mercado.

Notícias nacionais

Servidores públicos federais preparam manifestação por reajuste salarial no próximo dia 18

Dados apontam contração da indústria em 2021 e desaceleração da alta do setor de serviços

Balança comercial fecha 2021 com superávit de US$ 61 bi; projeção para 2022 é de  US$ 79,4 bi

Notícias internacionais 

Ata do FOMC confirma alta de juros “mais cedo ou em um ritmo mais rápido” em 2022 e derruba bolsas pelo mundo

Payroll: número de vagas de trabalho fica abaixo do esperado nos EUA

China acelera crescimento da indústria e serviços, EUA tem queda e zona do euro fica estável, apontam PMIs

Moedas pelo mundo

Ranking de Moedas

Mercado Fundamentalista

Insiders

Follow On e Aquisições

IPOs

Maiores altas e baixas

Servidores públicos federais preparam manifestação por reajuste salarial

A pressão de servidores públicos federais por reajuste salarial, com novas categorias aderindo ao movimento nesta semana, tem gerado ruídos políticos neste início de 2022 e já atrasa, por exemplo, o envio e chegada de mercadorias dos portos brasileiros

A ameaça de paralisações e, no caso de postos de chefia, de entrega dos cargos , é motivada pela definição do Orçamento de 2022, que reajusta o salário apenas para policiais federais. Representantes do funcionalismo alegam que o salário está defasado em 27,2%, pois não há reajuste desde 2017.

Sindicatos e associações de servidores marcaram para o próximo dia 18 uma paralisação nacional a fim de pressionar o governo por reajuste. 

Segundo o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), reúne cerca de 200 mil servidores de diferentes órgãos públicos federais, também haverá manifestação em frente ao Banco Central (BC) e ao Ministério da Economia no mesmo dia. 

No caso de servidores da Receita, já são mais de 1.200 auditores e 300 analistas que pediram a entrega dos cargos e, em alguns portos estão em “operação padrão”, que atrasa a liberação de mercadorias.

Em São Paulo, no Porto de Santos, a liberação de trigo vindo da Argentina está atrasada e já causa preocupação no setor. No Norte, segundo o governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), 800 caminhões, carregados com diferentes tipos de produto, ficaram parados ontem na fronteira

Na segunda-feira (3), foi a vez do Sindicato dos Servidores do Banco Central (Sinal) convocar a categoria a entregar os cargos comissionais em protesto. O BC tem 3,5 mil servidores na ativa e cerca de 500 funções comissionadas. Até o momento, ainda não há um balanço da adesão.

Além das citadas, há mais categorias aderindo aos pedidos de reajuste.

O presidente Jair Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre o caso nesta semana. Em entrevista no dia 24 de dezembro, o presidente não deu certeza de que o reajuste seja, de fato, só para policiais. “Pode ser que parte vá para o pessoal da Receita [Federal], pode ser para pessoal dos policiais, para ninguém, ou dar menos de 1% para todo mundo. Deixa acalmar um pouquinho aí que a gente toma a melhor decisão”, disse.

Dados apontam contração da indústria em 2021 e desaceleração da alta do setor de serviços

Enquanto o setor de serviços encerrou 2021 com estabilização do crescimento, em meio a um ritmo mais fraco de expansão do volume de novos pedidos em dezembro, a indústria fechou dezembro em queda, com desempenho fraco no ano. Os dados são dos Índices Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), divulgados nesta semana pela  IHS Markit.

No caso dos setor de serviços, o PMI ficou em 53,6 pontos em dezembro, igualando a marca de novembro, mas “com as empresas encerrando 2021 de uma maneira muito melhor do que começou, pois o progresso da vacina e o recuo da pandemia sustentaram as recuperações contínuas nas vendas e na produção”.

Já a indústria repetiu em dezembro a taxa de 49,8 pontos vista em novembro, com o PMI fechando os últimos três meses do ano com o pior desempenho trimestral desde o segundo trimestre de 2020. Lembrando que leituras abaixo de 50 pontos indicam retração

Além dos PMIs, outros importantes dados econômicos nacionais também foram divulgados nesta primeira semana de 2022. 

A produção industrial, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou variação negativa de 0,2% em novembro de 2021 em relação ao mês de outubro, na série com ajuste sazonal, o que representa o sexto mês seguido de queda, período que somou perda de 4%.

Apesar disso, a indústria acumula alta de 4,7% no ano até novembro e, nos últimos 12 meses, de 5,0%, segundo dados divulgados na quinta-feira (6).

Já a inflação ao produtor, divulgada na quarta-feira (5) pelo IBGE, apontou desaceleração da alta de preços, marcando 1,31% em novembro frente alta de 2,26% em outubro, e a taxa acumulada em 12 meses chegou ao menor nível em quase um ano.

O IPP mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação.

Balança comercial fecha 2021 com superávit de US$ 61 bi; projeção para 2022 é de  US$ 79,4 bi

O saldo final da balança comercial brasileira em 2021 foi positivo, com superávit de US$ 61,008 bilhões, segundo informou o Ministério da Economia na segunda-feira (3). O resultado é 21,1% maior do que o observado em 2020, quando o saldo ficou em US$ 50,393 bilhões. 

Mesmo assim, o saldo acabou ficando abaixo da expectativa projetada pela pasta da Economia, que era de encerrar 2021 com superávit de US$ 70,9 bilhões, de acordo com resoluções de outubro do ano passado.

Em dezembro, a balança comercial ficou positiva em US$ 3,948 bilhões, melhor do que as projeções de mercado, que indicavam déficit de US$ 1,2 bilhão. Com isso, o dado acumulado do ano é resultado de US$ 280,394 bilhões em exportações, 34% acima de 2020, e US$ 219,386 bilhões em importações, que cresceram 38,2% em comparação com o ano anterior.

A projeção do governo para a balança comercial de 2022 é de superávit de US$ 79,4 bilhões, segundo estimativa divulgada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. Confirmado, o saldo representará alta de 30,1% em relação a 2021.

Para a Secex, as exportações devem somar US$ 284,3 bilhões no ano, alta de 1,4% sobre 2021. Já as importações devem ficar em US$ 204,9 bilhões, queda de 6,6% sobre o ano passado. 

internacionais

Ata do FOMC confirma alta de juros “mais cedo ou em um ritmo mais rápido” em 2022 e derruba bolsas pelo mundo

A confirmação de três altas de 0,25% nos juros americanos em 2022, assim como a possibilidade que o Federal Reserve (Fed) reduza sua carteira geral de ativos, levou as bolsas brasileiras e internacionais para forte queda na quarta-feira (5), quando foi divulgada a ata da reunião de política monetária de 14 a 15 dezembro do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC). 

O documento trouxe mais detalhes sobre a mudança do Fed para uma posição mais contracionista como forma de combater a inflação de maneira mais dura. 

“Os participantes em geral observaram… que pode ser necessário aumentar a taxa ‘federal funds’ mais cedo ou em um ritmo mais rápido do que os participantes haviam previsto anteriormente. Alguns também destacaram que poderia ser apropriado começar a reduzir o tamanho do balanço do Federal Reserve relativamente logo depois do começo do aumento da taxa” de juros, apontou.

No caso da redução do tamanho do balanço do Fed, o banco prevê diminuir as alocações em Treasuries e títulos lastreados em hipotecas

Os integrantes do Comitê avaliaram que os riscos para a inflação foram direcionados para o lado positivo. Vários deles discutiram o perigo de que altos níveis recentes de inflação poderiam aumentar as expectativas de elevação de preços de longo prazo para níveis superiores ao da meta do Comitê de política monetária.

Além disso, os novos casos da variante Ômicron também foram considerados, embora a cepa não tenha sido considerada tão relevante durante a reunião como tem se mostrado agora. Muitos apontaram que a emergência da variante tornou as perspectivas econômicas mais incertas, mas também houve observações de que a variante não alterou fundamentalmente o caminho de recuperação econômica dos EUA.

Após a divulgação da ata, as bolsas de Wall Street fecharam em forte queda, com os investidores digerindo a possibilidade de alta de juros mais cedo do que o esperado. O S&P 500 caiu 1,94%, aos 4.700,49 pontos, enquanto o Nasdaq Composite cedeu 3,34%, para 15.100,2 pontos. O Dow Jones caiu 1,07%, para 36.407,11 pontos.  Já o Ibovespa cedeu 2,42%, aos 101.005 pontos.

Payroll: número de vagas de trabalho fica abaixo do esperado nos EUA

O relatório de emprego não-agrícolas do Departamento de Trabalho, conhecido como payroll, mostra que os EUA criaram 199 mil empregos, número abaixo do mês anterior. Em novembro, o país norte-americano criou 249 mil novos empregos, conforme dados revisados.

Além disso, a projeção era de que fossem abertas 422 mil novas vagas no último mês de 2021. Por outro lado, a taxa de desemprego caiu para 3,9%, ante 4,2% em novembro, ressaltando o aperto nas condições de mercado de trabalho. A projeção era de queda para 4,1%. 

Além disso, dados do relatório “Job Openings and Labor Turnover Survey” (Jolts), divulgado na quarta-feira (5), mostraram que o número de vagas de trabalho em aberto na economia dos EUA caiu a 10,562 milhões no último dia útil de novembro.

O número de contratações ficou praticamente inalterado em relação ao mês anterior, a 6,7 milhões em novembro, enquanto o número de desligamentos subiu a 6,3 milhões, crescendo em 130 mil no setor de serviços de alimentação e hospedagem, mas recuando em 9 mil no setor público.

China acelera crescimento da indústria e serviços, EUA e zona do euro têm queda, apontam PMIs

Nesta semana, a divulgação dos Índices de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) das principais economias do mundo deu um panorama sobre como foi a atividade industrial e de serviços de EUA, China e o do bloco europeu se comportou no último mês de 2021. 

A China retomou com força os serviços, setor que cresceu com demanda mais elevada em paralelo com alívio da pressão inflacionária, segundo apontou os dados da Caixin/Markit. O PMI chinês subiu a 53,1 pontos em dezembro de 52,1 em novembro, permanecendo acima da marca de 50 que separa crescimento de contração.

Já a atividade industrial do país cresceu no ritmo mais rápido em seis meses em dezembro, passando de 49,9 pontos em novembro para 50,9 em dezembro.

“Conforme novos produtos ajudaram a melhorar o sentimento do mercado, a atividade e o total de novos negócios expandiram pelo quarto mês seguido”, disse Wang Zhe, economista sênior do Caixin Insight Group, em nota.

Nos EUA houve queda na atividade de serviços, mas em linha com o que projetava o mercado financeiro. O PMI registrou 57,6 pontos em dezembro, abaixo do resultado de novembro, que foi de 58 pontos. A projeção era de queda para 57,3 pontos.

A indústria também recuou, de 58,3 em novembro para 57,7 na leitura final de dezembro, apontou a IHS Markit. A consultoria destaca que a expansão na produção ficou contida, com empresas registrando menor fôlego nas novas encomendas, e que continua a haver problemas na cadeia de produção, com atrasos nas entregas de fornecedores. Ela também comenta que o levantamento mais recente mostra “alguns sinais de que pressões sobre os preços têm diminuído”.

Na zona do euro, as atividades dos setores industrial e de serviços, que engloba o PMI composto, registram queda,  com o índice caindo a 53,3 em dezembro, de 55,4 em novembro, ajustando-se para baixo em relação à leitura preliminar do mês passado, a 53,4. O resultado foi pior que o esperado por economistas, que previam uma confirmação do dado prévio e também  foi a expansão mais suave desde março de 2021.

 

Ranking de moedas

O real começou 2022 em desvalorização frente ao dólar, com baixa semanal de 0,96%, na antepenúltima posição do “Ranking de Moedas“, ferramenta disponível no Profit Pro, que reúne 21 das principais moedas do mundo em comparação ao dólar.

Acompanhando a divisa brasileira entre os piores desempenhos ficou o dólar australiano, na penúltima posição, com baixa de 1,13% e, novamente o maior desvalorização da semana frente ao dólar ficou a lira turca, com baixa de 3,09%. 

Na parte de cima da tabela, despontaram o florim húngaro, com alta de 2,89%, seguido pelo coroa checa, que subiu 1,79% e o peso mexicano, par emergente do real, que se valorizou 0,61% frente a divisa norte-americana.

O DXY (DOLINDEX no Profit Pro), que mostra a relação do dólar contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos, registrou leve alta de 0,04% na semana. O Dollar Index compara a moeda norte-americana com o euro (zona do euro), o iene (Japão), a libra esterlina (Reino Unido), o dólar canadense (Canadá), a coroa sueca (Suécia), e o franco suíço (Suíça). Confira: 

 

Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro.

 

Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX.

Cotações

Ante o real, as seguintes moedas performaram assim:

  • USD/BRL encerrou a semana com alta de 0,96%, a R$ 5,633
  • EUR/BRL fechou a semana com alta de 0,88%, a R$ 6,401
  • MXN/BRL encerra a semana com alta de 1,57%, a R$ 0,276
  • CNH/BRL com alta 0,61%, a R$ 0,882

* O Ranking de Moedas, Dolindex e as cotações foram extraídas do Profit Pro, na sexta-feira (07), às 16h30

fundamentalista

Insiders

O Ibovespa (IBOV), principal índice da B3 (B3SA3), teve neste início de ano a inclusão de ações de três empresas, e a retirada de outras duas. Com as mudanças, passam a compor o índice no período entre 3 de janeiro e 29 de abril os papéis da Positivo (POSI3), CSN Mineração (CMIN3) e 3R Petroleum (RRRP3). Ao todo, o Ibovespa passa a ter 93 ativos de 90 empresas.

A AES Operações, subsidiária da AES Brasil (AESB3), celebrou na segunda-feira (3) com o Itaú Unibanco (ITUB4) um acordo de investimentos para projetos de geração de energia renovável. A instituição financeira subscreveu novas ações preferenciais a serem emitidas no contexto de um aumento de capital realizado pela Guaimbê Holding, na qual o banco aportará R$ 360 milhões.

O lançamento da oferta de capitalização da Eletrobras (ELET3; ELET6) está previsto para meados de março, com a precificação da operação ocorrendo em abril, afirmou na quarta-feira (5) um representante do BNDES em audiência pública.

A Hapvida (HAPV3) anunciou na terça-feira (4) que espera concluir a compra da rival Notre Dame Intermédica (GDIN3) no início de fevereiro, após a operação ser aprovada sem restrições pelo Cade. Pouco antes da publicação, a B3  suspendeu os negócios com ações da empresa.

A Klabin (KLBN11) contratou uma linha de crédito no valor de US$ 447 milhões, com período de desembolso até fevereiro de 2024, taxa flutuante de Libor de 6 meses acrescida de 0,40% ao ano e vencimento em setembro de 2033.

A Vale (VALE3) reiterou na quinta-feira (6), em nota, a previsão de que nenhuma de suas barragens estará em condições críticas de segurança (nível de emergência 3) até 2025. A mineradora tem, atualmente, três barragens classificadas em “nível 3” na Agência Nacional de Mineração (ANM), o que significa situação de “ruptura iminente ou em curso”.

Follow On e Aquisições

Banco Inter – O Banco Inter (BIDI3; BIDI4; BIDI11) anunciou na segunda-feira (3) que seu conselho de administração aprovou a recompra de até 4 milhões de ações ordinárias e 8 milhões de ações preferenciais de emissão da companhia, diretamente ou na forma de units representativas de uma ação ordinária e duas preferenciais. O programa de recompra tem prazo de seis meses, tendo como termo final o dia 2 de julho de 2022.

Cosan – A Cosan (CSAN3) informou que sua controlada Compass Gás e Energia concluiu a compra de 51% do capital social da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), com a consequente assunção do controle da concessionária.

Energisa – A Energisa (ENGI11) informa que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição do controle da Geogroup Paranaíta Transmissora de Energia (SPE). Na operação, anunciada em 2 de dezembro, a companhia compradora desembolsou R$ 100,7 milhões por meio da sua subsidiária direta Energisa Transmissão de Energia.

Gol – Depois de cerca de seis meses de análise, o Cade aprovou sem restrições a aquisição da MAP Transportes Aéreos pela Gol (GOLL4). A compra foi anunciada em junho de 2021 pelo montante de aproximadamente R$ 28 milhões, pagos em dinheiro e ações. 

Infracommerce – A Infracommerce (IFCM3) informou na segunda-feira (3) que assinou um contrato para a aquisição da Tevec, empresa especializada em algoritmos de machine learning, por R$ 25 milhões.

JBS – A JBS (JBSS3) informou que concluiu a compra da Rivalea, empresa australiana de criação e processamento de suínos. O negócio, anunciado em 23 de agosto de 2021, envolve o pagamento de US$ 135 milhões pela compra de 100% do capital social da empresa da Austrália.

Kora Saúde – A Kora Saúde (KRSA3) anunciou na segunda-feira (3) que sua controlada Itapuã comprou a Serviços Hospitalares Yuge (Hospital São Francisco). A aquisição inclui todos os imóveis do HSF e saiu pelo montante de R$ 330 milhões, sendo R$ 250 milhões pagos no fechamento e R$ 80 milhões em até cinco anos.

Raízen – O Conselho de Administração da Raízen (RAIZ4) aprovou a criação de um programa de recompra de 40 milhões em ações preferenciais. A recompra poderá ser feita em um prazo de até 18 meses, com encerramento previsto para 7 de julho de 2023.

Rede D’Or – A Rede D’Or (RDOR3) anunciou a primeira aquisição do Hospital Santa Marina, localizado em Campo Grande (MS), por R$ 25 milhões. 

Nubank – O Nubank (NUBR33) anunciou na terça-feira (4) a conclusão da compra de 100% da Olivia, startup de inteligência artificial e organização financeira. A aquisição havia sido anunciada em novembro do ano passado. 

XP Inc. – A XP Inc. (XPBR31) informou na sexta-feira (7) que assinou um acordo para a compra de 100% do Banco Modal (MODL11), a ser pago com até 19,5 milhões de novas ações “Classe A” da XP – prêmio de 35% sobre o preço médio dos últimos trinta dias do Banco Modal.

IPOs

A Superintendência de Relações com Empresas (SEP) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) cancelou o registro da companhia aberta Opportunity Energia e Participações. A empresa está atualmente em liquidação.

 

Maiores altas e baixas da semana

 

Conclusão

Este foi o Replay de Mercado, com as principais notícias do mercado que foram destaques nesta semana. Para mais notícias, nos acompanhe no Blog da Nelogica. Você também pode se informar pelo Market Report, publicado três vezes por dia no Profit Pro, com as notícias mais relevantes do momento.