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Replay de Mercado (12/11)

Resumo com as principais notícias do cenário nacional e internacional que foram destaques nesta semana, de 8 a 12 de novembro.

A alta global de preços foi o destaque desta semana, que contou com a divulgação dos dados sobre a inflação no Brasil, Estados Unidos, Alemanha , Japão e China. Todos eles ficaram acima das projeções e renovaram máximas que não eram registradas há décadas. 

O choque de preços tem sido motivado pela recuperação econômica provocada pelo arrefecimento da pandemia. Porém, por outro lado, a retomada do consumo tem criado gargalos na cadeia de produção, o que tem aumentado os preços por todo o mundo.

Além disso, no cenário nacional a PEC dos precatórios foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e diversas empresas listadas na B3 divulgaram seus balanços trimestrais.

Tudo isso e mais você confere nesta edição do Replay do Mercado.

Notícias nacionais

IPCA: Brasil tem maior alta inflacionária em quase 20 anos

PEC dos Precatórios é aprovada na Câmara e Ibovespa sobe com definição

STF suspende pagamento de emendas ao relator após oposição questionar repasses

Notícias internacionais 

EUA registra a maior inflação em 30 anos e derruba bolsas de Wall Street 

Preços ao produtor na China e Japão têm escalada recorde

Consumidor alemão tem menor poder de compra em 28 anos

Moedas pelo mundo

Ranking de Moedas

Mercado Fundamentalista

Balanço de Resultados

Insiders

Follow On e Aquisições

IPOs

Maiores altas e baixas

 

 

IPCA: Brasil tem maior alta inflacionária em quase 20 anos

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A nova alta da inflação foi puxada novamente pela gasolina. Foto: Jorge Maricato/Shutterstock.com

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, atingiu 1,25% em outubro ante o resultado de 1,16% do mês anterior. O IPCA também ficou acima da projeção do mercado de 1,05%. Com isso, a inflação já acumula alta de 10,67% nos últimos 12 meses, segundo dados do Instituto Brasileiro Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quarta-feira (10). Em setembro, a inflação dos últimos 12 meses tinha sido de 10,25%.

O resultado de outubro é o maior registrado para o mês desde 2002 (1,31%). Além disso, no ano, o indicador acumula alta de 8,24%, bem acima da meta estabelecida pelo governo, de 5,25%. Trata-se do maior índice para um intervalo de 1 ano desde janeiro de 2016 (10,71%).

Segundo o IBGE, a nova alta dos preços ao consumidor foi puxada novamente pela gasolina.

 

Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados subiram em outubro, mas o destaque ficou para o setor de transportes (2,62%). De acordo com a pesquisa, a gasolina subiu 3,10% e teve o maior impacto individual no índice (0,19 p.p.). Foi a sexta alta consecutiva nos preços desse combustível, que acumula 38,29% de variação no ano e 42,72% nos últimos 12 meses.

“Transportes tiveram a maior variação e o maior impacto (0,55 p.p) de longe no índice do mês”, confirmou em nota o gerente do IPCA, Pedro Kislanov.

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), referência para reajustes de salários e benefícios previdenciários, subiu 1,16% em outubro, contra 1,20% em setembro. Foi o maior resultado para um mês de outubro desde 2002, quando o índice foi de 1,57%.

PEC dos Precatórios é aprovada na Câmara e Ibovespa sobe com definição

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A PEC limita o montante a ser pago ao ano pelo governo com os precatórios. Foto: Antônio Augusto/Câmara dos Deputados

Após diversos impasses e adiamentos, a Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos precatórios em 1º e 2º turno na última terça-feira (9). O texto encaminhado ao Senado deve ser colocado em votação até dezembro, segundo o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), que será o relator da PEC dos precatórios.

A PEC limita o montante a ser pago ao ano pelo governo com os precatórios, que são dívidas da União que não cabem mais questionamento jurídico, permitindo assim o parcelamento dessas dívidas. Com isso, o governo pretende usar os recursos liberados a partir da PEC para custear o programa social substituto ao Bolsa Família, o Auxílio Brasil.  

A proposta também altera o cálculo do teto de gastos (regra pela qual, de um ano para outro, as despesas do governo não podem crescer mais que a variação da inflação). Com isso, as mudanças abrem um espaço orçamentário de cerca de R$ 90 bilhões para o governo gastar em 2022.

Para aprovação, o governo precisava de no mínimo 308 votos favoráveis à PEC. No 1º turno, o texto foi aprovado com margem curta, por 312 a 144 votos. Já no 2º turno, o texto foi aprovado por 323 votos a 172

Com o limite, em 2022 o governo poderá pagar cerca de R$ 44,5 bilhões em vez dos R$ 89,1 bilhões previstos. Outros R$ 47 bilhões de folga orçamentária serão abertos com a mudança no cálculo da correção do teto de gastos. 

Se aprovado no Senado, a PEC vai permitir ao governo tirar do papel o Auxílio Brasil de R$ 400, como deseja o presidente Jair Bolsonaro, além de aumentar o número de beneficiados pelo novo programa.

O Ibovespa reagiu bem à definição e fechou na quarta-feira (10), após a votação em 2º turno,  com avanço de 0,41%, a 105.968 pontos.

STF suspende pagamento de emendas ao relator após oposição questionar repasses

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 8 votos a 2, suspender o pagamento das chamadas emendas do relator ao Orçamento na tarde desta quarta-feira (10). O julgamento ocorreu após a ministra Rosa Weber suspender liminarmente a execução deste dispositivo criado em 2019. 

Os ministros Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes e Luiz Fux acompanharam a ministra Rosa Weber, formando maioria contra as emendas. 

O mecanismo foi questionado por PSOL, PSB e Cidadania, que afirmam que os recursos públicos têm sido usados pelo governo como moeda de troca na negociação com o Congresso.

As emendas do relator são ferramentas criadas pelo Orçamento Impositivo que dão ao relator da Lei Orçamentária Anual o direito de encaminhar emendas que precisam ser priorizadas pelo Executivo.

Em tese, elas deveriam ser usadas para corrigir distorções do orçamento. No entanto, elas ganharam o apelido de “orçamento secreto” pois não são claramente discriminadas nos sistemas de controle orçamentário. Além disso, muitas vezes tem descrições muito vagas sobre o uso dos recursos, afirmam parlamentares. 

Para o Orçamento de 2021, o montante das emendas do relator seria de R$ 18,5 bilhões, valor muito superior às emendas individuais (R$ 9,6 bi) e de bancada (R$ 7,3 bi), calculadas para este ano.

 

internacionais

EUA registra a maior inflação em 30 anos e derruba bolsas de Wall Street 

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Os custos com energia têm sido um dos principais fatores para alta da inflação americana. Foto: Lazy_Bear/Shutterstock.com

A inflação ao consumidor dos Estados Unidos voltou a subir em outubro e ficou acima do que projetava o mercado financeiro. Segundo dados do Bureau of Labor Statistics de quarta-feira (10), a inflação ao consumidor nos últimos 12 meses subiu 6,2%, o que representa a maior alta desde novembro de 1990. A projeção era de alta de 5,7%.

No mês de outubro, o índice geral de preços subiu 0,9%, mais do que os 0,6% que economistas haviam previsto. Os custos com energia têm sido um dos principais fatores para alta da inflação americana, saltando 4,8% em outubro e 30% nos últimos 12 meses. Já os combustíveis, que fazem parte do pacote energético, registraram alta de 49,5% nos últimos 12 meses.

A escassez de mão de obra também contribui para a alta. À medida que os salários sobem por conta da falta de profissionais, as empresas repassam esse custo aos seus clientes.

De maneira geral, o resultado tem relação com o recrudescimento do consumo frente ao arrefecimento da pandemia, que tem causado choques de preços em todo o mundo e afetado as cadeias de abastecimento globais. 

A nova alta também coloca em xeque a visão de inflação temporária, defendida pelo Federal Reserve (Fed, BC norte-americano) e pela administração de Joe Biden, além de ficar muito acima da meta de ganhos anuais de 2% almejados pelo Fed. 

Os yields dos Treasuries de dois anos, que acompanham as perspectivas para a taxa básica de juros “overnight” definida pelo Fed, saltaram 6 pontos-base, maior alta em três semanas e entre os maiores ganhos diários do último um ano e meio, para 0,485% na quarta-feira (10) após a divulgação de dados. 

Os principais índices de Wall Street também caíram no dia: o Dow Jones Industrial Average perdeu 0,66%, para 36.079,94 pontos, o S&P 500 caiu 0,81%, para 4.647,26 pontos e o Nasdaq Composite desvalorizou 1,66%, para 15.622,7 pontos.

Preços ao produtor na China e Japão têm escalada recorde

Os principais mercados asiáticos, Japão e China, registraram altas recordes de preço nesta semana, contribuindo ainda mais para o crescimento da inflação global e para o custo alto de produtos industrializados. 

Na quarta-feira (10), o índice de preços de bens corporativos (CGPI) do Japão, que mede os preços que as empresas cobram entre si por seus bens e serviços, registrou a maior alta desde 1981 em outubro: 8,0%. O resultado superou as expectativas do mercado de alta de 7,0%.

O índice que mede os preços de importação no atacado baseado em iene (moeda japonesa) subiu ao nível recorde anual de 38,0% em outubro, o que indica que a recente desvalorização do iene está elevando os já altos custos das matérias-primas.

Na China, a 2ª maior economia do mundo, a inflação ao produtor na China atingiu uma máxima de 26 anos em outubro. Com isso, o índice saltou 13,5% no mês, em comparação anual, segundo informou a Agência Nacional de Estatísticas na quarta-feira (10). O resultado foi bem maior do que a expectativa do mercado, que era de 12,4%.

A forte alta é consequência da disparada dos preços do carvão em meio à crise de energia no centro industrial do país. Segundo a pesquisa, a mineração de carvão subiu 103,7% em outubro frente ao ano anterior, e os de extração de petróleo e gás aumentaram 59,7% no mesmo comparativo.

No entanto, a inflação ao consumidor da China acelerou em ritmo mais lento, avançando 1,5% em outubro sobre o ano anterior, contra alta de 0,7% em setembro, mostrou a pesquisa.

Consumidor alemão tem menor poder de compra em 28 anos

A Europa é mais um polo econômico que tem registrado altos índices inflacionários, contribuindo para o cenário global de crescimento dos preços ao consumidor. Nesta semana, a Alemanha, maior economia da Europa, atingiu a maior inflação em 28 anos, conforme mostrou o índice de preços ao consumidor do país. 

A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, pela sigla em inglês) da Alemanha atingiu 4,5% em outubro, acelerando de 4,1% em setembro, segundo dados finais publicados nesta quarta-feira (10) pela Destatis, a agência de estatísticas do país.

A alta inflacionária acompanha um novo recorde de infecções por Covid-19 na Alemanha, que registrou na quinta-feira (11) o maior número de infecções diárias desde o início da pandemia, com 50.196 novos casos em 24 horas, segundo o instituto de vigilância sanitária.

 

Ranking de Moedas

O real manteve a valorização frente ao dólar e seguiu na liderança do “Ranking de Moedas”, ferramenta disponível no Profit Pro, que reúne 21 das principais moedas do mundo em comparação ao dólar. A moeda brasileira teve alta de 1,59%, sendo de longe a maior valorização da semana.

O 2º lugar foi ocupado pelo yuan chinês, com alta de 0,25% frente ao dólar, e na 3ª posição, fechando o pódio, ficou o rial saudita, com leve alta de 0,01%. Já o peso mexicano, par emergente do real, caiu do 3º lugar na semana passada para o 10º, com desvalorização de 0,77%.

Nas três últimas posições ficaram o florim húngaro (-3,19%), a turca lira (-3,09%), outro par emergente do real, e o rublo russo (-2,32%).

O DXY (DOLINDEX no Profit Pro), que mostra a relação do dólar contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos, registra alta de 0,95% na semana. O Dollar Index compara a moeda norte-americana com o euro (zona do euro), o iene (Japão), a libra esterlina (Reino Unido), o dólar canadense (Canadá), a coroa sueca (Suécia), e o franco suíço (Suíça). Confira:

Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro.
Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro.

 

Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX.
Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX.

Cotações

Ante o real, as seguintes moedas performaram assim:

  • USD/BRL encerrou a semana com baixa de 1,54%, a R$ 5,457
  • EUR/BRL fechou a semana com baixa de 2,59%, a R$ 6,245
  • MXN/BRL encerra a semana com baixa de 2,31%, a R$ 0,265
  • CNH/BRL com baixa de 1,29%, a R$ 0,855

* O Ranking de Moedas, Dolindex e as cotações foram extraídas do Profit Pro, na sexta-feira (12), às 16h30

 

fundamentalista

Balanço de Resultados

Confira alguns dos principais resultados trimestrais de empresas do índice Ibovespa da B3

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 5,139 bilhões no 3º trimestre de 2021, alta de 47,6% ante mesmo período do ano anterior, e acima da estimativa do mercado de R$ 4,496 bilhões. Já a BB Seguridade (BBSE3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 975,8 milhões no 3º trimestre de 2021 (3T21), recuo de 11% em relação ao mesmo período de 2020.

A B3 (B3SA3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 1,291 bilhão no 3º trimestre deste ano, resultado 13% acima do mesmo período do ano passado. As receitas da B3 totalizaram R$ 2,513 bilhões, quedas de 0,9% na comparação anual e de 6,1% frente ao 2º trimestre.

A holding Itaúsa (ITSA4) registrou lucro líquido de R$ 2,361 bilhões no 3º trimestre de 2021, alta de 32,4%  ante o lucro de R$ 1,784 bilhão registrado em igual período do ano passado. O lucro recorrente somou R$ 2,675 bilhões, uma alta de 35,4%.

A JBS (JBSS3) registrou lucro líquido de R$ 7,585 bilhões no 3º trimestre de 2021, alta de 142% na comparação anual. A JBS teve receita líquida de R$ 92,6 bilhões, aumento de 32,2% em relação ao mesmo período de 2020. O desempenho foi impulsionado pelas operações na América do Norte.

A Magazine Luiza (MGLU3) apurou lucro líquido ajustado de R$ 22,6 milhões, uma queda de 89,53% em relação ao mesmo período de 2020. Já as vendas totais do Magazine Luiza cresceram 12,0%, para R$ 13,8 bilhões.

A Natura (NTCO3) reportou queda de 28,6% no lucro líquido consolidado do 3º trimestre de 2021 para R$ 296,6 milhões. A receita consolidada da empresa também caiu 4,2% na base anual, para R$ 9,5 bilhões.

A Intermédica (GNDI3) teve prejuízo líquido de R$ 90,7 milhões no 3º trimestre, em resultado pior que o esperado pelo mercado e que reverte lucro de quase R$ 200 milhões registrado um ano antes. A sinistralidade subiu de 68,6% no 3º trimestre de 2020 para 80,1% neste período de 2021.

O BTG Pactual (BPAC11) reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,79 bilhão no 3º trimestre de 2021, o que representa alta de 77% em relação ao mesmo período de 2020. A receita total do BTG somou R$ 2,478 bilhões no período, alta de 55% em relação ao 3º trimestre de 2020.

A Localiza (RENT3) registrou lucro líquido de R$ 671,4 milhões no 3º trimestre de 2021, um avanço de 106,3% na comparação com o mesmo período de 2020, quando faturou R$ 325,5 milhões.

A Raia Drogasil (RADL3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 173,6 milhões no 3º trimestre de 2021, alta de 0,40% em relação ao mesmo período do ano anterior. Excluindo os ajustes, o lucro somaria R$ 172,7 milhões entre julho e setembro, com recuo de 1,12% na comparação anual.

A Braskem (BRKM5) reportou lucro líquido de R$ 3,5 bilhões no 3º trimestre de 2021, revertendo o prejuízo de R$ 1,3 bilhão do mesmo período do ano passado. No acumulado de 2021 até então, a companhia lucrou R$ 13,4 bilhões, ante prejuízo de R$ 7,5 bilhões em igual intervalo de 2020.

Insiders

A Azul Cargo Express, empresa da Azul Linhas Aéreas (AZUL4), especializada no transporte de cargas dentro do Brasil, e a norte-americana FedEx Express, subsidiária da FedEx Corp., anunciaram parceria para o transporte de cargas e logística.

A B3 (B3SA3) informou uma alta de 28,1% no número de investidores individuais em um ano, a 3,3 milhões, segundo dados operacionais de outubro. Na comparação com setembro, houve ganho 1,4%.

O Carrefour (CRFB3) fechou parceria estratégica com o conglomerado americano de tecnologia Meta (antigo Facebook), envolvendo as operações nos nove países em que o grupo varejista francês atua, incluindo o Brasil. As ações que serão realizadas no âmbito da parceria tem por objetivo auxiliar a transição tecnológica do Carrefour.

A Raízen (RAIZ4) anunciou na quarta-feira (10) a saída José Leonardo Martin de Pontes da vice-presidência de Downstream, que será assumida por José Antônio Porteiro Cardoso. Pontes vai assumir o cargo de CEO da Cosan Investimentos, braço responsável pela gestão de portfólio de investimentos do grupo Cosan (CSAN3), acionista da Raízen. 

Follow On e Aquisições

Cemig – A elétrica estatal mineira Cemig (CMIG4) informou na sexta-feira (12) a venda da totalidade de sua participação na Renova Energia, companhia em recuperação judicial, por R$ 60 milhões, conforme fato relevante.

Petrobras – A Petrobras (PETR4; PETR3) anunciou na quinta-feira (11) a venda das ações da empresa que deterá a Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), localizada no Paraná, para Forbes & Manhattan Resources Inc. (F&M Resources), no valor de US$ 33 milhões.

Petz – A Petz (PETZ3) anunciou na quarta-feira (10) oferta primária de 41 milhões de ações, que espera precificar em 18 de novembro. Considerando o preço de fechamento de R$ 20,83 na na terça-feira (9), o valor total do follow-on alcança R$ 854 milhões.

Petz II- A Petz (PETZ3) anunciou na terça-feira (9) o contrato de aquisição da empresa Cão Cidadão, voltada ao adestramento e prestação de serviços de consultoria sobre comportamento e bem-estar dos pets. O valor da operação não foi revelado.

Porto Seguro e Cosan – A Porto Seguro (PSSA3) e a Cosan (CSAN3) anunciaram na segunda-feira (8) a formação de uma joint venture de assinatura de veículos e de gestão de frotas, com a crescente aposta de ambas em mobilidade urbana. A joint venture terá participação de 50% de cada sócia.

Unidas – A Unidas (LCAM3) anunciou, nesta terça-feira (9), sua 22ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações e em série única, no montante de R$ 1 bilhão.

Unidas II – A Unidas (LCAM3) finalizou na segunda-feira (8) a compra de 100% das ações da Sofit, especializada em gestão de frotas. A compra inclui a carteira de 500 clientes da companhia e a frota de 3.000 veículos e foi realizada com pagamento de uma parcela em dinheiro e outra em ações. O valor da transação não foi divulgado.

IPOs

A oferta inicial de ações da locadora de galpões e equipamentos industriais Tópico foi suspensa, segundo publicação no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

 

Maiores altas e baixas da semana

 

Conclusão

Este foi o Replay de Mercado, com as principais notícias do mercado que foram destaques nesta semana. Para mais notícias, nos acompanhe no Blog da Nelogica. Você também pode se informar pelo Market Report, publicado três vezes por dia no Profit Pro, com as notícias mais relevantes do momento.