Replay de Mercado (14/01/22)

Resumo com as principais notícias do cenário nacional e internacional que foram destaques nesta semana, de 10 a 14 de dezembro

A inflação esteve no centro das discussões nesta semana, que contou com a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor no Brasil e nos EUA, encerrando os dados relativos a 2021.

Além disso, também houve a publicação de uma carta aberta do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, explicando o que levou a alta dos preços no Brasil para o ministro Paulo Guedes, como também a sabatina do Chair do Federal Reserve, Jerome Powell, no Senado americano. 

No mercado financeiro, a semana foi positiva para o Ibovespa, que operou em alta durante todos dias, o que a recuperou dos prejuízos registrados nas semanas anteriores. 

Os últimos dias também foram marcados por importantes movimentações de empresas listadas na B3.

Tudo isso e mais você confere nesta edição do Replay do Mercado.

Notícias nacionais

Inflação oficial fecha em 10,06% em 2021, maior resultado em 6 anos, aponta IBGE

Para Campos Neto, alta das commodities e gargalos na produção global levaram país a estourar meta da inflação

Decreto presidencial dá à Casa Civil palavra final na decisão do Orçamento

Notícias internacionais 

Inflação nos EUA fecha em 7% em 2021, maior resultado desde 1982

Powell, do Fed, confirma alta de juros e redução do balanço patrimonial em 2022 nos EUA

Vendas varejo têm forte queda em dezembro nos EUA, mas sobem no acumulado anual

Moedas pelo mundo

Ranking de Moedas

Mercado Fundamentalista

Insiders

Follow On e Aquisições

IPOs

Maiores altas e baixas

Inflação oficial fecha em 10,06% em 2021, maior resultado em 6 anos, aponta IBGE

O índice desacelerou para 0,73% em dezembro. Foto: Edson de Souza Nascimento / Shutterstock

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial de inflação no Brasil, encerrou 2021 com alta de 10,06%. O resultado ficou bem acima da meta de 5,25%, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e trata-se do maior IPCA em seis anos.

No mês de dezembro, o índice desacelerou para 0,73% frente a 0,95% em novembro, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na terça-feira (11). O mercado financeiro previa um resultado menor, de 0,65% em dezembro e de 9,97% no ano. 

Histórico mensal do IPCA, extraído da ferramenta “Gráfico”, Profit Pro.

O grupo de Transporte foi o principal influenciador da alta da inflação em 2021, com a maior variação (21,03%) e o maior impacto no período (4,19 p.p), especialmente em razão dos preços dos combustíveis. 

“Com os sucessivos reajustes nas bombas, a gasolina acumulou alta de 47,49% em 2021. Já o etanol subiu 62,23%, influenciado também pela produção de açúcar”, explica o gerente do IPCA, Pedro Kislanov, em nota.

Ainda no grupo Transportes, o IBGE destaca também o preço dos automóveis novos (16,16%) e usados (15,05%), que tiveram contribuição significativa, sobretudo, pelo desarranjo na cadeia produtiva do setor automotivo.

“Houve uma retomada na demanda global que a oferta não conseguiu suprir, ocorrendo, por exemplo, atrasos nas entregas de peças e, às vezes do próprio automóvel”, diz Kislanov.

No mês, embora todos os grupos pesquisados pelo IBGE tenham sofrido aumento, a maior variação veio de Vestuário (2,06%), que acelerou em relação a novembro (0,95%). Na sequência, vieram Artigos de Residência (1,37%) e Alimentação e bebidas (0,84%), grupo este que contribuiu com o maior impacto no índice do mês (0,17 p.p.).

Para Campos Neto, alta das commodities e gargalos na produção global levaram país a estourar meta da inflação

Como é de praxe quando a inflação brasileira foge da meta, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, publicou na terça-feira (11) uma carta aberta encaminhada ao ministro da Economia e presidente do Conselho Monetário Nacional, Paulo Guedes, explicando os fatores que levaram a inflação fechar em 10,06% em 2021

O BC enfatiza pelo menos três motivos: a elevação de preços de bens em moeda local, com destaque para commodities; a bandeira de energia elétrica de escassez hídrica, que entrou em vigor no ano passado em um período de poucas chuvas; e o desequilíbrio de oferta e demanda de insumos, com gargalos nas cadeias produtivas globais.

Dentre os fatores citados, dois são fatores globais: alta no preço das commodities e os gargalos na produção.

“Esses desenvolvimentos, que ocorreram em nível global, geraram excesso de demanda em relação à oferta de curto prazo de diversos bens, causando um desequilíbrio que, em diversos países e setores, foi exacerbado por falta de mão-de-obra, problemas logísticos e gargalos de produção. De fato, a aceleração significativa da inflação em 2021 para níveis superiores às metas foi um fenômeno global, atingindo a maioria dos países avançados e emergentes”, pontuou Campos Neto.

Para conter a alta inflacionária em 2022, o presidente do Banco Central acredita ser necessário novos aumentos na taxa básica de juros, a Selic, que já está em 9,25% ao ano

“O Comitê irá perseverar em sua estratégia até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas”, afirmou.

Segundo Campos Neto, as projeções do BC são de que a inflação entre em trajetória de queda já no início de 2022, terminando o ano em 4,7%. Para 2022, o centro da meta de inflação é ​3,50%, sendo cumprida caso fique entre ​​2,00% e 5,00%

Decreto presidencial dá à Casa Civil palavra final na decisão do Orçamento

Um decreto do presidente Jair Bolsonaro, publicado na quinta-feira (13) no Diário Oficial da União, concede ao ministro da Casa Civil poder de manifestação na decisão final da gestão do Orçamento, o que antes era atribuição apenas do Ministério da Economia. 

A mudança ocorre às vésperas da sanção do Orçamento de 2022, que ainda não foi feita, e pode ser vista como um movimento de empoderamento do Centrão em ano de eleições presidenciais, já que o chefe da pasta, Ciro Nogueira, é um dos expoentes do bloco político.

Outra consequência imediata da publicação é a perda de poder da pasta da Economia, liderada por Paulo Guedes, nas decisões sobre os gastos e despestas no exercício orçamentário.

Na prática, o texto prevê que ações como remanejamento de verbas, alterações de despesas, abertura ou reabertura de créditos extraordinários e abertura de créditos especiais serão feitas pelo Ministério da Economia, mas condicionadas “à manifestação prévia favorável do Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República”.

Fontes do Ministério da Economia dizem que o decreto foi costurado pelas duas equipes e que é uma maneira de centralizar os acordos políticos na Casa Civil e proteger a equipe econômica de acertos fechados por outras áreas do governo, conforme informou a CNN.

internacionais

Inflação nos EUA fecha em 7% em 2021, maior resultado desde 1982

O resultado ficou em linha com as projeções, de 0,4% no mês e 7% no ano. Foto: RHJPhtotoandilustration / Shutterstock

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos subiu 7% em 2021, maior avanço anual desde 1982 e bem acima da meta de 2% estabelecida pelo Federal Reserve (Fed). No mês passado, o CPI registrou alta de 0,5%, após subir 0,8% em novembro, conforme informou o Departamento de Trabalho dos EUA na quarta-feira (12). 

O resultado, embora o maior em quase 40 anos, ficou em linha com as projeções de economistas, que previam alta mensal de 0,4% e anual de 7%. O aumento da inflação americana também reforça as expectativas de que o Fed começará a elevar os juros já em março.

O destaque para a alta são moradia e gastos com carros usados e caminhões. O índice de energia registrou queda de 0,4% em dezembro do ano anterior. Já gasolina e gás natural apresentaram baixa.

Além disso, a Covid-19 também segue afetando as cadeias de abastecimento no país e no mundo, principalmente com o avanço da variante Ômicron, o que tem repercutido na alta dos preços ao consumidor. 

Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o índice subiu 0,6% no mês passado, após alta de 0,5% em novembro. Nos 12 meses até dezembro, o chamado núcleo do índice de preços ao consumidor acelerou a 5,5%. Esse foi o maior ganho anual desde fevereiro de 1991, após avanço de 4,9% em novembro.

O núcleo da inflação está sendo impulsionado pelo aumento dos preços de serviços como aluguéis e bens escassos, como veículos. A taxa do núcleo do índice em relação a um ano antes deve atingir o pico em fevereiro, informou o Departamento de Trabalho.

Powell, do Fed, confirma alta de juros e redução do balanço patrimonial em 2022 nos EUA

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, foi sabatinado nesta semana em audiência do Comitê Bancário do Senado dos EUA, onde pontuou as ações no radar do Fed para a política monetária do país em 2022. 

Entre eles, estão três novas altas de juros, que devem começar a partir de março, e a redução do balanço patrimonial do banco, o que já haviam sido mencionado na última ata do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês).

No entanto, Powell também abordou os impactos da variante Ômicron na economia dos EUA, cujo impacto pode gerar uma pausa nas contratações e no crescimento, mas que ele acredita ser “de curta duração”, e nos trimestres seguintes a perspectiva pode ser “muito positiva” à medida que as infecções diminuem.

Segundo ele, as pressões inflacionárias nos EUA devem persistir, ao menos, até o fim do primeiro semestre de 2022, mas o Banco Central americano está preparado para agir se ela durar mais do que o esperado. 

Para Powell, embora o Fed projete três altas de juros de 0,25% em 2022, a começar a partir de março, os EUA seguirão em uma “era de juros muito baixos”  mesmo com as perspectivas de elevação da taxa básica nos próximos meses. 

No entanto, o dirigente assegurou que, se necessário, o Fed pode elevar juros em ritmo mais rápido para reduzir a inflação. “Usaremos todos os nossos instrumentos”, comentou Powell, que acrescentou que estabilidade dos preços é necessária para conquistar um período prolongado de expansão econômica.

Sobre a carteira de ativos do Fed, Powell enfatizou que provavelmente o Banco Central agirá mais cedo e mais rápido ao reduzir o balanço patrimonial de quase US$ 9 trilhões em relação a ciclos de aperto anteriores, mas reiterou que nenhuma decisão final foi tomada.

“A economia está num lugar completamente diferente do que estava quando encerramos as compras de ativos da última vez”, disse Powell durante audiência de renomeação no Senado dos Estados Unidos.

“O período de tempo entre a interrupção das compras e começar a se desfazer dos ativos será menor, e, além disso, o balanço patrimonial está bem maior, de forma que sua redução pode ser mais rápida”, acrescentou.

Vendas varejo têm forte queda em dezembro nos EUA, mas sobem no acumulado anual

As vendas do varejo registraram forte queda em dezembro nos EUA, com baixa de 1,9% no último mês do ano frente a alta de 0,2% em novembro, informou na sexta-feira (14), o Departamento de Comércio do país. 

O resultado, bem abaixo da projeção do mercado, que era de queda de 0,1%, segundo analistas do Wall Street Journal, foi motivado pela escassez de bens e o recrudescimento de infecções por Covid-19.

Já na comparação anual, o comércio varejista registrou alta de 16,9% nas vendas no mês passado. No acumulado de 2021, as vendas aumentaram 19,3% em relação a 2020, com alta de 17,1% apenas de outubro a dezembro, também em comparação ao mesmo mês do ano anterior.

Outro dado divulgado nesta semana foi o índice de preços ao produtor, que desacelerou a alta, aos 0,2%, em dezembro, depois de saltar 1,0% em novembro. Já os preços de serviços no atacado tiveram alta de 0,5%, puxando o acréscimo do índice cheio, após avanço de 0,9% em novembro.

Ranking de moedas

O real reencontrou o caminho da valorização nesta semana e encerrou em 2º lugar frente ao dólar, com alta de 2,09%, segundo o  “Ranking de Moedas“, ferramenta disponível no Profit Pro, que reúne 21 das principais moedas do mundo em comparação ao dólar. 

A surpresa no entanto ficou na 1ª colocação, onde despontou a lira turca, par emergente do real, que há semanas vem ocupando a última posição do ranking, em razão de sua política monetária instável. Nesta semana, no entanto, a divisa turca subiu 2,19%. Na terceira posição, ficou o yen japonês, com alta de 1,29%.

Nas últimas posições ficaram a coroa checa (+0,11%), o rial saudita (+0,03%) e o rublo russo (-1,04%). 

Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro.

 

O DXY (DOLINDEX no Profit Pro), que mostra a relação do dólar contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos, registrou baixa de 0,63% na semana. Os últimos sete dias foram de dólar fraco, o que impactou no bom resultado das demais divisas. 

O Dollar Index compara a moeda norte-americana com o euro (zona do euro), o iene (Japão), a libra esterlina (Reino Unido), o dólar canadense (Canadá), a coroa sueca (Suécia), e o franco suíço (Suíça). Confira:

Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX.

Cotações

Ante o real, as seguintes moedas performaram assim:

  • USD/BRL encerrou a semana com baixa de 2,01%, a R$ 5,522
  • EUR/BRL fechou a semana com baixa de 1,51%, a R$ 6,302
  • MXN/BRL encerra a semana com baixa de 1,68%, a R$ 0,271
  • CNH/BRL com baixa de 1,62%, a R$ 0,868

* O Ranking de Moedas, Dolindex e as cotações foram extraídas do Profit Pro, na sexta-feira (14), às 16h20

fundamentalista

Insiders

A BRF (BRFS3) assinou memorando de entendimentos com o fundo de investimentos soberano da Arábia Saudita para a criação de uma joint venture que atuará na cadeia completa de produção de frangos no país do Oriente Médio, em acordo que contempla investimentos de cerca de US$ 350 milhões.

Em comunicado ao mercado enviado na sexta-feira (14), a brMalls (BRML3) informou que seu Conselho de Administração decidiu, por unanimidade, recusar a proposta de combinação dos negócios com a Aliansce Sonae (ALSO3). Um dia antes, a Aliansce havia proposto uma ‘fusão de iguais’, o que criaria a maior empresa de shoppings da América Latina.

A CSN (CSNA3) informou ao mercado que, além da paralisação temporária das operações de mineração devido às chuvas em Minas Gerais, acionou o protocolo de emergência em nível 2 do Plano de Ação de Emergência de Barragens da Mineração (PAEBM) para sua barragem B2, localizada em Rio Acima (MG) na mina de Fernandinho.

A Eletrobras (ELET3) informou ao mercado na noite de ontem que pretende protocolar na Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) e na U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), pedidos de registro da oferta pública global de distribuição de ações ordinárias e de American Depositary Receipts (ADR).

A Embraer (EMBR3) anunciou que vendeu para a Aernnova sua participação nas subsidiárias Embraer Portugal Estruturas Metálicas (EEM) e Embraer Portugal Estruturas em Compósitos (EEC) pelo preço de US$ 172 milhões.

Follow On e Aquisições

AgroGalaxy – A AgroGalaxy (AGXY3) anunciou a conclusão da compra de 80% do capital social da Agrocat em negócio de mais de R$ 180 milhões.

Banco Pan – O Banco Pan (BPAN4) informou que concluiu a compra de 80% da Mobiauto, plataforma digital independente para comercialização de veículos do Brasil.

BTG Pactual – O BTG Pactual (BPAC11) aprovou programa de recompra de até R$ 1 bilhão em ações, com prazo de até 18 meses.

Dexco – A Dexco (DXCO3) anunciou que fará recompra de até 20 milhões de ações no prazo de 18 meses.

Eternit – A Eternit (ETER3) anunciou a aquisição da Confibra, empresa que atua no mercado de telhas de fibrocimento desde 1973. O preço de compra da totalidade das quotas da Confibra e do terreno onde a unidade está instalada é de R$ 110 milhões.

Grupo GPS – O Grupo GPS (GGPS3) informou que sua controlada, a Graber Sistemas de Segurança, adquiriu a empresa Force.

Grupo Soma – O Grupo Soma (SOMA3) anunciou nesta segunda-feira (10) a recompra de até 44 milhões de ações de emissão da própria companhia, correspondentes a 5,6% do montante total. O programa terá duração de 18 meses, de 7 de janeiro de 2022 a 7 de julho de 2023.

Itaú Unibanco – O Itaú Unibanco (ITUB4) adquiriu a Ideal Holding Financeira. A compra deve durar cinco anos e será realizada em duas etapas, sendo a primeira com a aquisição de 50,1% do capital, através de um aporte primário e da aquisição secundária de ações que totalizam aproximadamente R$ 650 milhões.

Mater Dei – A rede de hospitais Mater Dei (MATD3) anunciou que o conselho de administração da companhia aprovou, por meio de sua subsidiária RMDS, a aquisição de 95,5% do Hospital Premium.

Pague Menos – A Pague Menos (PGMN3) encerrou o seu programa de recompra de ações aprovado em 1º de dezembro de 2021. A companhia adquiriu dois milhões de ações ordinárias.

Sequoia – A Sequoia (SEQL3) aprovou programa de recompra de até 6.074.705 de ações no prazo de 18 meses.

Via – A Via (VIIA3) celebrou, por meio de suas subsidiárias, a compra da startup CNT. De acordo com a companhia, a aquisição acelera a oferta de serviços de fulfillment e fullcommerce no e-commerce brasileiro.

IPOs

A Dori Alimentos, fabricante de doces, balas e snacks, que havia pedido em outubro a suspensão de sua abertura inicial (IPO, na sigla em inglês), agora resolveu desistir da operação, que poderia girar R$ 1 bilhão.

Mais três empresas seguiram caminho similar: Ammo Varejo, Environmental ESG Participações e Monte Rodovias, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Além delas, a provedora de serviços de computação em nuvem, cibersegurança e dados Claranet Technology anunciou nesta semana que foi solicitado à (CVM) o cancelamento do seu IPO de distribuição primária e secundária de ações.

Maiores altas e baixas da semana

 

Conclusão

Este foi o Replay de Mercado, com as principais notícias do mercado que foram destaques nesta semana. Para mais notícias, nos acompanhe no Blog da Nelogica. Você também pode se informar pelo Market Report, publicado três vezes por dia no Profit Pro, com as notícias mais relevantes do momento.