capareplaydemercado 15.10
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Replay de Mercado (15/10)

Resumo com as principais notícias do cenário nacional e internacional que foram destaques nesta semana, de 11 a 15 de outubro

Nesta semana começaram a ser divulgados os balanços financeiros do 3º trimestre nos Estados Unidos e os principais bancos do país apresentaram resultados bem positivos, acima das projeções do mercado. Já o Índice Preços ao Consumidor do país, medidor oficial da inflação, subiu.  Ainda no cenário internacional, a China registrou a maior inflação industrial em 25 anos, desde quando os dados começaram a ser divulgados. 

No contexto nacional, o ministro da Economia, Paulo Guedes, participou de reuniões com o G20 e com o FMI e pediu por investimentos estrangeiros no Brasil, propagandeando a agenda de reformas e privações. O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Fabio Kanczuk, comentou os rumos da Selic e um eventual aumento da magnitude, hoje em 1 ponto. No Congresso, foi aprovado o PL que altera o cálculo do ICMS sobre os combustíveis. O texto será encaminhado ao Senado.

A semana também foi de movimentações no cenário corporativo nacional, entre empresas listadas na bolsa de valores brasileira.

Notícias nacionais

Guedes participa de reuniões do FMI e G20 e pede investimentos estrangeiros no Brasil

Diretor do Banco Central diz que ritmo de alta de 1 ponto da Selic não é compromisso, e pode aumentar

Câmara aprova PL que altera cálculo do ICMS sobre combustíveis; texto-base agora vai ao Senado

Notícias internacionais  

Maiores bancos dos EUA registram resultados positivos, acima do esperado para o 3º trimestre 

Inflação industrial na China em setembro é a maior em 25 anos

Inflação nos Estados Unidos sobe acima das projeções do mercado, mas preços ao produtor recuam

Ata do Fed indica redução de compras de títulos entre novembro e dezembro de 2021

Moedas pelo mundo

Ranking de Moedas

Mercado Fundamentalista

Insiders

Follow On e Aquisições

IPOs

Maiores altas e baixas

 

nacionais

Guedes participa de reuniões do FMI e G20 e pede por investimentos estrangeiros no Brasil

Guedes defendeu reformas e agenda de privatizações no Brasil. Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação ME
Guedes defendeu reformas e agenda de privatizações no Brasil. Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação ME

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou de reuniões com ministros de finanças do G20 e também do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington, nesta semana.  Durante os encontros, o ministro pediu para que os empresários estrangeiros invistam no Brasil e tragam suas empresas para o país. 

“Minha palavra é: acreditem no Brasil. Especialmente neste momento de decisão, pós-pandemia, quando muitas companhias estão mudando sua localização, saindo da China, indo para América do Sul. Pensem no Brasil, estamos reduzindo taxas corporativas, barreiras ao comércio, abrindo a economia, simplificando o processo de abertura de empresas no Brasil”, declarou em videoconferência promovida pela entidade norte-americana Atlantic Council.

Na justificativa do pedido por aportes estrangeiros, Guedes enfatizou o compromisso do Brasil com a vacinação e com a agenda de reformas. Em especial, a reforma tributária, que reduzirá os tributos corporativos se aprovada.

Além da reforma tributária, Guedes disse aos chefes de finanças do mundo que acredita também que serão aprovadas a reforma administrativa e as privatizações dos Correios e da Eletrobras neste ano no Brasil.

Durante sua passada em Washington, o ministro da Economia também rebateu a projeção para o PIB brasileiro, realizada pelo FMI.  Na quarta-feira (13), o FMI reduziu a previsão de crescimento do PIB para 1,5%, redução de 0,4% se comparado ao último levantamento.  “O FMI vai errar de novo, eles continuam fazendo isso. O crescimento será de mais de 2% em 2022”, disse Guedes.

Ele também foi positivo frente ao crescimento do Brasil em 2021, projetando um crescimento em “V” de 3% neste ano.

 

Diretor do Banco Central diz que ritmo de alta de 1 ponto da Selic não é compromisso, e pode aumentar

Diretor de Política Econômica, Fabio Kanczuk, diz que Copom não pode ser escravo das projeções do mercado. Foto: Raphael Ribeiro/BCB
Diretor de Política Econômica, Fabio Kanczuk, diz que Copom não pode ser escravo das projeções do mercado. Foto: Raphael Ribeiro/BCB

O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Fabio Kanczuk, disse na quarta-feira (13) que o ritmo de alta de 1 ponto percentual na Selic não é compromisso, e que o BC pode elevar a magnitude dos aumentos se o cenário demandar.

“O BC fez simulações e o que importa mais agora é o número final da Selic e não o ritmo, já estamos em um ritmo rápido. Se continuarmos subindo 1 ponto percentual por reunião, temos condições de convergir a inflação 2022 [à meta]”, afirmou Kanczuk em evento privado. 

Segundo o diretor, a ideia é desaquecer a economia, a fim de reduzir os preços. Informação que já havia sido abordada na ata do Copom. “Se o ritmo da inflação enlouquecer, posso achar que ritmo de 1 pp não será mais suficiente”.

Respondendo a questionamentos do mercado, Kanczuk reforçou que o Comitê de Política Monetária (Copom) foca na meta para inflação em 2022, que é de 3,50%. No último Boletim Focus, o mercado voltou a elevar a projeção da inflação para 4,17%, distanciando-se da meta do BC. 

“Queremos fazer 2022 como foco, se não tenho 2022 certo, não tenho 2023 certo. Estamos mais preocupados com 2022. É 2022 que estamos olhando. No balanço entre suavizar e olhar para 2022 e convergência. Estamos olhando mais para 2022 do que sua suavização do ciclo”, disse.

Segundo ele, o Copom “não é escravo” de projeções do mercado e que só aproveita informações. O diretor do BC argumentou ainda que as projeções de inflação nos horizontes mais longos, de três a quatro anos, estão ancoradas.

Câmara aprova PL que altera cálculo do ICMS sobre combustíveis; texto-base agora vai ao Senado

A Câmara aprovou, por 392 a 71, na quarta-feira (13), o projeto de lei que altera a cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço) sobre os combustíveis. A proposta, capitaneada pelo presidente da casa, Arthur Lira (PP-AL), refaz o cálculo para o imposto, que passa a incidir sobre o preço médio dos combustíveis nos últimos dois anos, a fim de reduzir a flutuação dos preços. Atualmente, o cálculo do tributo é baseado no preço dos últimos 15 dias. O texto agora será encaminhado ao Senado.

O projeto estabelece que o ICMS, que é um imposto estadual, deixará de ser cobrado como uma porcentagem sobre o preço final do produto e passe a ter um preço fixo, em reais, por litro de combustível.

Pela proposta, os estados teriam autonomia para definir, uma vez por ano, as próprias alíquotas de ICMS, desde que não ultrapassem o valor da média dos preços “usualmente praticados no mercado” nos últimos dois anos. E o valor desse tributo deve vigorar por um ano, quando volta a ser atualizado.

Após a aprovação no Congresso, Lira elogiou a Câmara e cobrou por iniciativas da Petrobras através de sua conta no Twitter: “A Câmara deu o 1º passo para conter a disparada do preço dos combustíveis. Alteramos a incidência do ICMS. Fizemos nossa parte e demos uma resposta ao Brasil. Agora, esperamos pela Petrobras”.

Respondendo aos reclamos de representantes dos entes da federação, que se opõem às propostas e alegam perda de arrecadação, Lira disse que “a arrecadação dos estados não será cortada, mas deixará de crescer”. “É função do Legislativo estar atento às necessidades, e todos os entes têm que dar sua contribuição. Temos que ser vigilantes. [Com essa medida], os aumentos serão reduzidos”, acrescentou. 

Segundo cálculos da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) a nova metodologia causaria perdas de R$ 12,7 bilhões em impostos cobrados sobre a gasolina, R$ 7,4 bilhões sobre o diesel e R$ 4 bilhões sobre o etanol. O impacto total seria de R$ 24 bilhões em perdas de arrecadação, segundo o estudo. 

Ademais, não resolve o problema da alta dos combustíveis, dizem especialistas, já que eles estão atrelados a fatores internacionais, como a flutuação do dólar e do petróleo.

O presidente Jair Bolsonaro, embora tenha parabenizado a postura de Lira, disse que o projeto “não é o ideal”. O projeto aprovado que teve à frente o Arthur Lira, não é o projeto ideal, mas eu cumprimento o Arthur Lira por ter conseguido aprovar o que foi possível”, disse em entrevista à uma rádio de Pernambuco.

 

internacionais

Maiores bancos dos EUA registram resultados positivos, acima do esperado para o 3º trimestre 

Setor bancário norte-americano apresenta fortes ganhos no 3º tri. Foto: Ventdusud/Shutterstock.com
Setor bancário norte-americano apresenta fortes ganhos no 3º tri. Foto: Ventdusud/Shutterstock.com

Começou uma nova bateria de balanços nos EUA e, como ocorre tradicionalmente, os bancos e instituições financeiras abrem a jornada de resultados corporativos. Neste terceiro trimestre, o balanço dos principais bancos dos EUA surpreendeu o mercado positivamente. Confira os resultados.

O Citigroup obteve lucro líquido de US$ 4,6 bilhões no terceiro trimestre de 2021, um salto de 48% em relação a igual intervalo de 2020. O resultado equivale a um ganho de US$ 2,15 por ação (LPA), bem acima do consenso de US$ 1,71 de analistas do mercado financeiro No entanto, abaixo do LPA  do 2º trimestre, qe foi US$ 2,85. O receita  de US$ 17,2 bilhões também ficou acima das projeções, que apontavam US$ 16,9 bilhões.

O Bank of America (BofA) ampliou o lucro líquido em 58% no terceiro trimestre de 2021 se comparado ao mesmo período no ano passado, acumulando lucro líquido de US$ 7,7 bilhões, ou LPA de US$ 0,85, em termos ajustados. O consenso era de US$ 0,71 por papel.

O JPMorgan cresceu seu lucro líquido em 24% em um ano, de de US$ 9,4 bilhões no 3T20 para US$ 11,7 bilhões no 3T21. Em termos ajustados, o banco americano obteve LPA de US$ 3,74 nos três meses encerrados em setembro, o que superou a previsão de US$ 3 por papel do JPMorgan.

O Wells Fargo, quarto maior banco dos EUA, divulgou lucro do terceiro trimestre acima das estimativas do mercado acumulando US$ 5,12 bilhões, ou LPA  de US$ 1,17. O banco opera desde 2018 sob supervisão do Federal Reserve e dois outros reguladores financeiros para melhorar a governança e reduzir as multas pagas pelo banco.

Outro grande banco a reportar balanço nesta semana foi o Goldmans Sachs, com alta de 63,5% em seu lucro líquido do 3º tri frente ao mesmo período do ano passado, acumulando US$ 5,28 bilhões, equivalente a um LPA de US$ 14,93. Já a receita líquida aumentou para US$ 13,6 bilhões, de US$ 10,8 bilhões um ano antes. A projeção do mercado apontava para ganhos de US$ 10,14 por ação sobre uma receita de US$ 11,72 bilhões, abaixo do resultado final.

Por fim, o Morgan Stanley foi mais um entre os bancões que divulgou lucro maior do que o esperado no 3º trimestre, já que sua divisão de bancos de investimentos fechou mais acordos e gerou um recorde de US$ 1,27 bilhão em consultoria. Com isso, o lucro líquido subiu para US$ 3,58 bilhões, ou US$ 1,98 por ação, ante US$ 2,6 bilhões, ou US$ 1,66 por ação, no ano anterior.

Inflação industrial na China em setembro é a maior em 25 anos

A inflação industrial na China, medida através do Índice de Preços ao Produtor (PPI), subiu à maior taxa já registrada em 25 anos, desde que o governo começou a divulgar os dados, em 1996. O PPI, que mede o custo dos bens ao sair da fábrica, subiu 10,7% em ritmo anual em setembro, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas. Em agosto, o índice já havia registrado um recorde do maior resultado nos últimos 13 anos (9%).

O resultado reaviva temores sobre estagflação na segunda maior economia do mundo em um momento em que o gigante asiático sofre com uma crise energética devido à escassez de carvão, o que tem interrompido a produção e criado novos gargalos.

Inclusive o carvão é um dos vilões para alta no custo dos produtos que saem das fábricas, segundo explicou em comunicado Dong Lijuan, do Escritório Nacional de Estatísticas da China. O custo do carvão está em nível recorde no país, à medida que os suprimentos lutam para acompanhar a demanda das usinas de energia.

Seja em razão da alta do carvão ou de outro fator, o aumento no preço de produtos industriais chineses deve repercutir para além das fronteiras asiáticas, visto que as empresas que importam da China já lutam lutando contra o congestionamento dos portos, aumentando as taxas de frete e atrasos. O aumento dos preços e a redução da produção podem significar mais problemas para as cadeias de suprimentos globais, que já estão sob pressão. 

Ademais, a persistente escalada dos preços das matérias-primas, aliada à falta de carvão, estão reduzindo agressivamente os lucros das empresas chinesas, o que pode forçar uma nova desaceleração. Algumas fábricas já reduziram turnos devido ao racionamento de energia.

Na próxima semana, a China divulgará os números do Produto Interno Bruto (PIB) para o terceiro trimestre. Economistas do mercado financeiro apostam em nova desaceleração no crescimento.

Inflação nos Estados Unidos sobe acima das projeções do mercado, mas preços ao produtor recuam

O Índice de Preços ao Consumidor nos Estados Unidos, peça chave para indicar a inflação no país, saltou em setembro para além das projeções do mercado, influenciada pelo aumento no preço dos alimentos e aluguéis, além do custo com energia. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a alta foi de 5,4% frente à projeção de 5,3% realizada pela Bloomberg. De agosto para setembro, a inflação subiu 0,4%, também acima das projeções.

Os dados são do Departamento de Trabalho, divulgados na quarta-feira (13). 

O resultado expõe alta inflacionária cada vez mais persistente, influenciada desta vez pelo aumento no preço dos alimentos, em especial carnes e ovos, e no custo de habitação. Este último gera ainda mais preocupação, pois as pressões inflacionárias sobre o setor são mais persistentes do que no caso dos alimentos. 

Assim, a inflação norte-americana segue na direção oposta aos planos do governo americano e do Federal Reserve (Fed), que projetavam baixa dos preços mais rápida e inflação transitória. 

Em razão disso, a Administração da Previdência Social (órgão equivalente ao INSS) disse que os benefícios sociais terão aumento de 5,9% em 2022, o maior reajuste em 40 anos no país.

Num cenário macro, a persistência inflacionária é resultado da escassez de insumos, que faz com que as empresas não consigam acompanhar o rápido crescimento da demanda. 

Também nesta semana foi divulgado o Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos EUA, que subiu 0,5% de agosto para setembro. No acumulado em 12 meses, o PPI registra alta de 8,6% até setembro, pouco acima dos 8,3% registrados no período encerrado em agosto. Já o núcleo do indicador teve alta de 5,9% em 12 meses até o mês passado, menos que a alta de 6,3% registrada pelo núcleo do PPI no período de 12 meses encerrado em agosto.

Ata do Fed indica redução de compras de títulos entre novembro e dezembro de 2021

Como já era imaginado pelo mercado financeiro, e foi reiterado nesta semana, o início da redução das compras de títulos por parte do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, deve ocorrer entre novembro e dezembro deste ano. A informação está na ata da última reunião do Federal Open Market Committee (Fomc), divulgada na quarta-feira (13).

Na reunião, os integrantes do Fed levantaram a hipótese de reduzir o programa de compra de ativos em US$ 15 bilhões ao mês, mas “diversos” membros do comitê mostraram preferência por uma redução ainda mais rápida, mostra o documento.

O cronograma para o chamado “tapering”, que é a redução do programa de compra ativos pelo Fed, deve ser oficializado de fato na próxima reunião do Fomc, em novembro.

Atualmente o banco compra US$ 120 bilhões em títulos por mês. A ata também mostra que as autoridades do Fomc devem começar a retirar parte do estímulo que têm fornecido durante a crise da Covid-19, mas não sinalizou em que momento isso irá acontecer.

Na última reunião, em  22 de setembro, o Fed manteve por unanimidade a taxa básica de juros dos Estados Unidos próxima de zero (entre 0% e 0,25%) em decisão do comitê de política monetária.

 

Ranking de Moedas

O real voltou a ter valorização positiva frente ao dólar, saindo da última posição na semana passada para a 7ª, com alta de 0,96%, segundo mostra o “Ranking de Moedas”, ferramenta disponível no Profit Pro, que reúne 21 das principais moedas do mundo em comparação ao dólar.

Já o peso mexicano, par emergente do real, que estava na penúltima posição na semana passada, subiu para 2ª, com alta de 1,92% frente a moeda dos EUA. No pódio também ficaram o dólar neozelandês, em 1º, com alta de 2,14%, e o dólar australiano, em 3º, com alta de 1,72%.

A lira turca, outro par emergente do real, caiu para a última posição do ranking, com forte desvalorização de 2,84%. Logo acima dele, em penúltimo, despontou o yen japonês (-1,75%) e o rial saudita (-0,02%).

O DXY (DOLINDEX no Profit Pro), que mostra a relação do dólar contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos, registra queda de 0,24% na semana. O Dollar Index compara a moeda norte-americana com o euro (zona do euro), o iene (Japão), a libra esterlina (Reino Unido), o dólar canadense (Canadá), a coroa sueca (Suécia), e o franco suíço (Suíça). Confira:

Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro.
Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro.

 

Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX.
Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX.

Cotações

Ante o real, as seguintes moedas performaram assim:

  • USD/BRL encerrou a semana com baixa de 0,96%
  • EUR/BRL fechou a semana com baixa de 0,62%
  • MXN/BRL encerra a semana com alta de 0,94%
  • CNH/BRL com baixa de 0,77%

* O Ranking de Moedas, Dolindex e as cotações foram extraídas do Profit Pro, na sexta-feira (15), às 16h

 

fundamentalista

Insiders

A B3 (B3SA3) anunciou o início da negociação das cotas do primeiro Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) na bolsa de valores, que começou na quinta-feira (14). O Fundo Riza Agro-Fiagro Imobiliário será negociado com o ticker RZAG11, informa a bolsa.

A companhia de turismo CVC (CVCB3) informou na segunda-feira (11) que restaurou parcialmente seus sistemas de tecnologia da informação após ter sofrido um ataque cibernético em 2 de outubro.

A Embraer (EMBR3) anunciou que recebeu da NetJets, companhia aérea da Berkshire Hathaway de Warren Buffett, uma encomenda para até 100 aeronaves, somando mais de US$ 1,2 bilhão. Em comunicado, a fabricante brasileira afirmou que a NetJets começará a receber as encomendas no segundo trimestre de 2023, para operação nos Estados Unidos e na Europa.

A Petrobras (PETR4; PETR3) alienou sua participação de 50% no campo Rabo Branco, localizado no estado de Sergipe, para sua parceira Petrom Produção de Petróleo & Gás (Petrom), que agora detém 100% de participação no campo Rabo Branco.

A Vibra (BRDT3) vai mudar seu ticker das ações na B3 de BRDT3 para VBBR3 a partir do próximo dia 22, informou a empresa.

A WDC Networks (LVTC3), também conhecida como Livetech da Bahia, anunciou que Marcelo Rezende irá ocupar o cargo de diretor de operações (COO, na sigla em inglês) da companhia.

Follow On e Aquisições

Ambipar – A Ambipar (AMBP3) informou a aquisição, através de sua controlada integral Environmental ESG Participações, do controle acionário da Brasil Coleta Gerenciamento de Resíduos, por meio da venda de ações. O valor não foi informado.

B3 – A B3 (B3SA3) comunicou na quinta-feira (14), que está em negociação para adquirir 100% do capital social da empresa catarinense de tecnologia Neoway. Segundo o Valor Econômico, a bolsa brasileira vai pagar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões pela companhia. 

Bradesco – O Bradesco (BBDC4) anunciou que fechou acordo para a compra de 49,99% da participação do Banco do Brasil (BB) no banco digital Digio por R$ 625 milhões. Com a operação, passará a deter, indiretamente, 100% da instituição.

Grupo Pão de Açúcar e Sendas Distribuidora – O conselho de administração da Sendas (ASAI3) e do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) aprovaram uma transação envolvendo a conversão das lojas Extra operada pelo GPA para as mãos do Assaí. A transação envolve 71 pontos comerciais ao longo do Brasil. A operação custou R$ 5,2 bilhões.

Hapvida – A Hapvida (HAPV3) anunciou a aquisição da Viventi Hospital Asa Sul, que está localizada na área nobre da Asa Sul de Brasília (DF). O preço de aquisição é de R$ 22 milhões.

Kora Saúde – A Kora Saúde (KRSA3) informou a compra de 80% da empresa Grupo OTO, um dos maiores grupos hospitalares do Ceará, por R$ 248 milhões.

Log-In – A operadora logística Log-In (LOGN3) anunciou na quarta-feira (13) a compra de dois navios porta-contêineres a serem construídos pelo estaleiro chinês Zhoushan Changhong e com entregas previstas para fim de 2023 e maio de 2024.

Pague Menos – A rede farmacêutica Pague Menos (PGMN3) anunciou uma nova emissão de debêntures no valor de R$ 450 milhões, realizada em duas séries: a primeira com vencimento em cinco anos e a segunda com vencimento em sete. Segundo o fato relevante, a maioria do montante será usada para amortização do endividamento com vencimento em 2022.

Tenda – A Tenda (TEND3) irá recomprar até 10% de suas ações em circulação, em novo plano de recompra. De acordo com o fato relevante divulgado na quinta-feira (14), a companhia vai encerrar antecipadamente o programa de recompra de até 10 milhões de ações em circulação, aprovado em dezembro de 2020, para iniciar o novo plano.

IPOs

A Rio Branco Alimentos, dona da marca Pif Paf, cancelou sua oferta pública inicial de ações (IPOs, na sigla em inglês), segundo consta no site da CVM.

A rede de restaurantes Madero adiou para 2022 sua estreia na bolsa de valores do Brasil. Em movimento semelhante a Dori Alimentos também adiou seu IPO para o próximo ano

 

Maiores altas e baixas da semana

 

Conclusão

Este foi o Replay de Mercado, com as principais notícias do mercado que foram destaques nesta semana. Para mais notícias, nos acompanhe no Blog da Nelogica. Você também pode se informar pelo Market Report, publicado três vezes por dia no Profit Pro, com as notícias mais relevantes do momento.