Replay de Mercado: Privatização da Eletrobras é aprovada

Resumo com as principais notícias do cenário nacional e internacional que foram destaques nesta semana

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Veja no Replay de Mercado: Privatização da Eletrobras é aprovada no Brasil e se torna o principal movimentador do mercado nacional nesta semana. O processo de fato deve  ocorrer em agosto com a diluição progressiva da participação da União na empresa de energia.

Enquanto isso, no mercado financeiro global pairam temores sobre a desaceleração das principais economias do mundo, que se aliam à inflação generalizada. Inclusive, dados sobre os preços no Japão e na Europa, assim como os indicadores ganharam destaques nesta edição.

Tudo isso e mais você confere nesta edição do Replay de Mercado

Notícias nacionais

TCU aprova privatização da Eletrobras; processo deve ocorrer até agosto

Bolsonaro volta ameaçar interferir na Petrobras e diz ser “obrigado a mexer peças no tabuleiro”

Ministério da Economia projeta alta da inflação neste e no próximo ano; crescimento do PIB é mantido 

Notícias internacionais

Desaceleração econômica na China acende sinal alerta global; Covid-19 segue sendo a culpada

Jerome Powell, presidente do Fed, indica alta de 0,5 p.p nos juros dos EUA; membros do Fomc assinam embaixo 

Inflação em alta no mundo: Reino Unido, UE e Japão divulgaram dados na semana

Moedas pelo mundo

Ranking de Moedas

Mercado Fundamentalista

Balanços Trimestrais

Insiders

Follow On e Aquisições

Maiores altas e baixas da semana

TCU aprova privatização da Eletrobras; processo deve ocorrer até agosto

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou a segunda etapa do processo de privatização da Eletrobras (ELET6), por 7 votos a 1. O resultado abre portas para a capitalização da maior empresa de energia do Brasil e o processo deve ser agilizado para que a privatização ocorra “o quanto antes”, já falou o CEO da Eletrobras, Rodrigo Limp.

A data ainda não foi informada, mas a expectativa é que a operação aconteça entre junho até, no máximo, agosto, segundo o empresário.

A privatização da Eletrobras é uma das maiores vitórias políticas mais importantes do presidente Jair Bolsonaro, pois marca a primeira grande desestatização em seu mandato.

Os papéis da empresa vem precificando a capitalização desde o início do ano e registrando uma curva de alta. Na quinta-feira (19), pregão que repercutiu a notícia do encaminhamento da privatização, tanto os papéis ordinários (ELET3) quanto os preferenciais (ELET6) voltaram a subir.

Agora o governo irá protocolar os pedidos de registro de oferta pública de ações da Eletrobras na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de ADRs na SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA).

A privatização será realizada na forma de uma capitalização, onde serão ofertadas novas ações da Eletrobras na Bolsa de Valores até que a União deixe de ser acionista controladora da empresa.

Atualmente a União possui 72,33% do capital da estatal. Com a operação, o percentual seria reduzido para 45%.

Além disso, os acionistas só poderão votar com até 10% de suas ações. O objetivo da Eletrobras, conforme informa a BM&C News, é não ter nenhum controlador dominante sobre as suas decisões.

Sobre o julgamento do TCU: dos oito ministros que votaram na sessão, apenas Vital do Rêgo, revisor do processo, votou contra. O ministro disse ver ilegalidades em dividendos que não teriam sido pagos à estatal por sua subsidiária Eletronuclear. Ele também reclama da subavaliação da empresa.

O julgamento pelo TCU começou em abril, mas foi postergado em 20 dias após os pedidos de vista do ministro Vital do Rêgo.

Quem tem interesse em ter ações da companhia também pode aplicar até 50% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviços) na compra de ações da Eletrobras, após liberação da Caixa Econômica Federal. 

 

 

Bolsonaro volta ameaçar interferir na Petrobras e diz ser “obrigado a mexer peças no tabuleiro”

O presidente da república, Jair Bolsonaro, voltou a falar nesta semana sobre interferir na Petrobras, tendo a política de preços da estatal como seu principal alvo. A turbulência na relação entre o presidente e a petroleira não vem de hoje, mas aumentou desde que a Petrobras anunciou um aumento no preço do diesel.

Bolsonaro disse nesta semana ser “obrigado a mexer peças no tabuleiro” e que “todo mundo tem que colaborar” neste período de crise inflacionária. As falas dão a entender uma nova troca de comando na petroleira, o que marcaria a 4ª do atual governo, sendo que o último empossado, José Mauro Ferreira Coelho, ocupa o posto há pouco mais de um mês. 

Não é possível petrolífera dar 30% de lucro enquanto as outras dão no máximo 15%, para atender interesses não sei de quem”, exclamou Bolsonaro nesta semana à apoiadores.

Segundo o presidente, a Petrobras não estaria justificando sua finalidade social após sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis. No entanto, o problema central envolvendo a petroleira e o presidente é a política de preços da empresa, que acompanha o preço internacional do barril do petróleo Brent.

Os sucessivos aumentos no preço dos combustíveis também são encarados como muito negativos para a campanha de reeleição do governo Bolsonaro. 

Na quinta-feira (19), após as críticas públicas do líder do Planalto, Bolsonaro se encontrou com o presidente da Petrobras, José Mauro Coelho. Ambos participaram do Congresso Mercado Global de Carbono. Não houve repercussão sobre o encontro.

Os papéis da companhia negociados em Bolsa não foram afetados pelas falas de Bolsonaro e andaram ao compasso dos preços do Petróleo nesta semana. 

Novos capítulos sobre o imbróglio devem seguir se desenrolando na próxima semana, visto que, segundo cálculos da Abicom, associação que reúne pequenos e médios importadores de combustíveis, a defasagem entre os preços da gasolina no mercado interno em relação ao mercado internacional chega a 20%, o que pode demandar novos aumentos da estatal. O levantamento foi publicado na terça-feira (17).

Além disso, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que vai levar a plenário na próxima semana um projeto que limita a 17% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é um tributo estadual, sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transportes coletivos.

Ministério da Economia projeta alta da inflação neste e no próximo ano; crescimento do PIB é mantido 

O governo projetou nova alta da inflação para este e o próximo ano, com estouro da meta em 2022 caso se concretize. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que em março era estimado em 6,55% para o ano, agora teve a previsão elevada para 7,9%. A inflação deverá encerrar 2023 em 3,6% – a previsão de março era alta de 3,25%. Os dados são do Boletim Macro Fiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.

A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2022 é de 7,89%, enquanto para o ano que vem é 4,1%, segundo o último boletim Focus, divulgado em 2 de maio.

Embora a inflação seja um problema em todo o mundo, a do Brasil mesmo assim tem se destacado.  Segundo o site Poder 360, o Brasil tem a 4ª maior inflação dos países que compõem o G20, atrás apenas da Turquia (69,9%), Argentina (58%) e Rússia (17,8%). O último IPCA indicou que a inflação foi de 12,13% no acumulado dos 12 últimos meses.

Os preços altos vem corroendo o salário dos brasileiros: cerca de 90% das profissões brasileiras registraram uma queda no poder de compra entre março de 2021 e o mesmo mês deste ano, segundo um levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), feito a pedido do portal CNN. Mesmo assim, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse em entrevista que o ‘inferno’ da inflação já passou.

Também foram divulgadas na semana novas projeções sobre o Produto Interno Bruto (PIB). Pelo governo, a expectativa de crescimento do PIB brasileiro para este ano foi mantida em 1,5%, e em 2,5% para o próximo ano

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) estimou que PIB brasileiro teve um crescimento de 1,5% nos três primeiros meses de 2022, em comparação com os três últimos de 2021.

internacionais

Desaceleração econômica na China acende sinal alerta global; Covid-19 segue sendo a culpada

A política de tolerância zero à Covid-19 na China já reflete numa forte desaceleração da 2ª maior economia do mundo, com forte queda de indicadores sobre consumo no país asiático. 

Os lockdowns totais e parciais na região também impactam diretamente na cadeia de consumo global, visto a importância logística da China para o mundo. A política zero Covid no país, por exemplo, tem provocado congestionamento nos principais portos do mundo

De acordo com relatório publicado pelo portal CNN na quinta-feira (19), são mais de 345 navios aguardando para atracar no porto de Xangai. Outros portos estratégicos fora da China também estão engarrafados.

Internamente, o país também vê a economia perder força:

As vendas no varejo cederam 11,1% em abril em relação ao ano anterior, o que marca a maior contração desde março de 2020, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas, publicados na segunda-feira (16). O resultado foi pior do que projetavam os analistas.

Já a produção das fábricas caiu 2,9% em relação ao ano anterior, contrariando a expectativa de aumento e marcando o maior declínio desde fevereiro de 2020, período de início da pandemia.

A produção de máquinas e equipamentos e de veículos caiu 4,6% em abril, o que tem influenciado diretamente na crise de semicondutores sentida em todo o globo. A fabricação de automóveis, por outro lado, teve queda ainda mais expressiva, de  41,1% em abril na comparação anual.

O crescimento das exportações da China desacelerou para um dígito em abril, o mais fraco desde o início da pandemia, enquanto as importações ficaram estáveis, já que a Covid-19 freou a produção das fábricas e reduziu a demanda.

A taxa de desemprego nas 31 maiores cidades da China, por sua vez, subiu para 6,7% em abril

Como a China é o maior parceiro comercial do Brasil, o sentimento aqui é medo sobre uma recuperação chinesa muito lenta. 

Jerome Powell, presidente do Fed, indica alta de 0,5 p.p nos juros dos EUA; membros do Fomc assinam embaixo 

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, disse que banco central dos Estados Unidos deve elevar em 0,5 p.p a taxa dos juros no país, visto que há um amplo consenso do membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) por um novo aumento nesta magnitude, que deve ocorrer na reunião do Fed em junho.

Segundo disse Powell na terça-feira (17), o BC “continuará insistindo” em apertar a política monetária até ficar claro que a inflação esteja arrefecendo.

O que precisamos ver é a inflação recuando de maneira clara e convincente e vamos continuar insistindo até vermos isso”, afirmou Powell. 

O banqueiro afirmou que, caso a inflação não recue como o esperado, o Fed deverá ser mais agressivo. Desta forma, o juro básico pode ir além da taxa neutra, se necessário, nível este que não foi definido por Powell em suas falas.

As coisas são tão incertas que é difícil oferecer um Forward Guidance neste momento” disse, enfatizando que o BC não hesitará em elevar as taxas “para níveis amplamente entendidos como neutros” .

Após o pronunciamento do chair do Fed com um tom mais agressivo à inflação, as bolsas de Wall Street encerraram o pregão de terça-feira (17) em forte alta, enquanto o índice Ibovespa perdeu força, mas mesmo fechou valorizado. Já o dólar à vista negociado no Brasil recuou mais de 2% na sessão. 

Outros dirigentes do Fed também se pronunciaram nesta semana:

O presidente do Fed da Filadélfia, Patrick Harker, projetou mais duas altas de 0,5 p.p nos juros básicos dos Estados Unidos, uma em junho e outra em julho, antes de uma sequência de aumentos em “ritmo medido”. Segundo ele, os custos com a energia devem seguir elevados por mais algum tempo.

A presidente da distrital do Fed em Kansas City, Esther George, concordou com aumentos em 0,5 p.p. “Precisaríamos ver algo muito diferente para apoiar altas de juros maiores”, salientou.

O presidente da distrital do Fed em Chicago, Charles Evans, defendeu que a instituição deve subir os juros a um nível neutro até o final deste ano

Alguns outros integrantes também se pronunciaram e todas as falas parecem levar a um consenso para uma próxima alta de 0,5 p.p nos juros americanos.

 

Inflação em alta no mundo: Reino Unido, UE e Japão divulgaram dados na semana

A inflação no mundo segue renovando recordes. Nesta semana foi a vez de Reino Unido, União Europeia e Japão divulgarem dados referentes às altas de preços, tanto ao consumidor quanto ao produtor. Confira como ficaram os resultados.

O núcleo da inflação no Japão superou pela primeira vez em sete anos a meta de 2% do banco central. Em abril, o índice menos volátil da inflação, conhecido como núcleo, bateu 2,1%. Esse é o nível mais alto no acumulado em 12 meses desde 2015.

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da Alemanha saltou para 33,5% em abril ante igual mês de 2021, segundo dados da agência Destatis publicados na sexta-feira (20). A taxa anual do PPI acelerou de 30,9% em março, o que marcou o maior nível do indicador desde 1949. Ou seja, o PPI de abril renovou este recorde.

A inflação da zona do euro registrou em abril o nível recorde de 7,4%, impulsionada pelo aumento dos custos de combustível e alimentos, segundo a agência de estatísticas da UE, baixando sua estimativa preliminar de 7,5%. Mesmo assim, o resultado também é recorde

A inflação britânica subiu no mês passado para sua maior taxa anual desde 1982, atingiu 9% em abril na comparação anual, disse a Agência de Estatísticas Nacionais. Com o resultado, o Reino Unido tem a maior inflação entre as grandes economias da Europa e maior inflação do G7.

Ranking de moedas

A semana foi novamente de fraqueza do dólar frente a maioria das moedas, inclusive a brasileira. Com isso, o real valorizou 3,82% em comparação a divisa americana, subindo da 3ª para 2ª posição do “Ranking de Moedas”, ferramenta disponível no Profit Pro, que reúne 22 das principais moedas do mundo em comparação ao dólar. 

O pódio do ranking ficou novamente para o rublo russo, que valorizou em 6,83% frente ao dólar. Já o 3º lugar foi ocupado pelo franco suiço, que registrou alta de 2,76%.

Dentro os piores desempenho, a performance mais fraca ficou para lira turca, par emergente do real, que recuou 2,70%. Na penúltima posição esteve o peso argentino, com baixa de 0,77%, seguido pela rúpia indiana, que caiu 0,47%.

Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro.

O DXY (DOLINDEX no Profit Pro), que mostra a relação do dólar contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos, registrou forte queda de 1,38% na semana.

O Dollar Index compara a moeda norte-americana com o euro (zona do euro), o iene (Japão), a libra esterlina (Reino Unido), o dólar canadense (Canadá), a coroa sueca (Suécia), e o franco suíço (Suíça). Confira:

Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX.

Cotações

Ante o real, as seguintes moedas performaram assim:

  • USD/BRL encerrou a semana com queda de 3,72%, a R$ 4,871
  • EUR/BRL fechou a semana com queda de 2,34%, a R$ 5,139
  • MXN/BRL encerra a semana com queda de 2,71%, a R$ 0,244
  • CNH/BRL com queda de 2,46%, a R$ 0,726

* O Ranking de Moedas, Dolindex e as cotações foram extraídas do Profit Pro, na sexta-feira (20), às 16h20

fundamentalista

Balanços Trimestrais

A Vibra Energia (VBBR3) informou lucro líquido de R$ 325 milhões no 1º trimestre de 2022, um valor 33,9% menor frente ao mesmo período do ano anterior, quando lucrou R$ 492 milhões.

O lucro líquido das operações continuadas da Eletrobras (ELET6) avançou 69% no 1º trimestre de 2022, em relação ao mesmo período do ano passado, a R$ 2,716 bilhões.

A holding Itaúsa (ITSA4) anunciou lucro líquido recorrente de R$ 3,836 bilhões no 1º trimestre de 2022, alta de 59,1% na comparação com igual período do ano passado.

A varejista Magazine Luiza (MGLU3) registrou prejuízo líquido de R$ 161,3 milhões no 1º trimestre, revertendo lucro de R$ 258,6 milhões de um ano antes.

A Hapvida (HAPV3) reportou lucro ajustado de R$ 78,1 milhões no 1º trimestre, o que representa uma queda de 69,9% em relação ao ano passado.

Insiders

A Engie Brasil (EGIE3) assinou com a Copel (CPLE3) Geração e Transmissão um termo de compromisso com o objetivo de constituir uma parceria, na qual a Engie terá participação de 51%, para a potencial participação no Leilão de Transmissão Aneel 01/2022, previsto para ocorrer em 30 de junho de 2022.

A GetNet (GETT4) anunciou na semana intenção de cancelar registro de capital aberto na B3 e Nasdaq.

A companhia aérea Gol (GOLL4) anunciou que seu Diretor-Presidente, Paulo Kakinoff, fará a transição de seu cargo tornando-se membro do Conselho de Administração. O Vice-presidente de Operações, Celso Ferrer, sucederá Kakinoff como Diretor-Presidente a partir de 1º de julho de 2022.

A Petrobras (PETR4) bateu recordes de processamento de petróleo do pré-sal em suas refinarias no início deste ano, segundo nota da estatal.

A Usiminas (USIM5) anunciou na quinta-feira (19) que seu conselho de administração elegeu Alberto Ono para a presidência-executiva, no lugar de Sergio Leite, com mandato de dois anos. O conselho também aprovou a eleição de Thiago Rodrigues para a vice-presidência financeira e relações com investidores, cargo anteriormente ocupado por Ono.

Follow On e Aquisições

Alpargatas – A Alpargatas (ALPA4) informou ao mercado que concluiu a aquisição de 49,9% das ações representativas do capital social da Rothy’s Inc.

Carrefour Brasil – A Assembleia de acionistas do Carrefour Brasil (CRFB3) aprovou na quinta-feira (19) a compra do Grupo Big, operação anunciada em março do ano passado, por mais de R$ 7 bilhões. O Cade marcou para 25 de maio a análise da transação.

CSN –  A Companhia Siderurgica Nacional (CSNA3) anunciou um programa de recompra de até de até 58 milhões ações com prazo de 1 ano. O montante correspondente a 9% do capital em circulação, em valores de hoje, corresponderia a R$ 1 bilhão.

Dasa – A Dasa (DASA3) informou ao mercado que adquiriu 90% da Centro – Centro de Tratamento Oncológico, que atua na cidade do Rio de Janeiro (RJ). 

Neoenergia – A Neoenergia (NEOE3) fez o pedido de registro para a CVM da oferta pública de aquisição de ações (OPA) para conversão de registro de emissor categoria A para categoria B da Neoenergia Pernambuco, informou a companhia.

Vale – A Vale (VALE3) concluiu o programa de recompra de ações ordinárias de sua emissão iniciado em outubro de 2021, com 200 milhões de ações recompradas, ao preço médio de US$ 17,56 por ação, perfazendo US$ 3,513 bilhões. 

Vale II – A Vale (VALE3) também criou um novo programa de recompra, que está limitado à aquisição de no máximo 500 milhões de ações ordinárias e seus respectivos ADRs. O novo programa será implementado ao longo dos próximos 18 meses, contados a partir de 27 de abril.

 Maiores altas e baixas da semana

 

Conclusão

Este foi o Replay de Mercado, com as principais notícias do mercado que foram destaques nesta semana. Para mais notícias, nos acompanhe no Blog da Nelogica. Você também pode se informar pelo Market Report, publicado três vezes por dia no Profit Pro, com as notícias mais relevantes do momento.