Replay de Mercado (25/02/22)

Resumo com as principais notícias do cenário nacional e internacional que foram destaques nesta semana, de 21 a 25 de fevereiro

As últimas horas foram extremamente tensas com as imagens da invasão da Rússia ao território ucraniano chocando o mundo. Após os primeiros relatos, os principais líderes do mundo condenaram o ataque e aplicaram sanções econômicas severas ao país de Vladimir Putin, o que não foi bastante para frear o avanço das tropas.

As bolsas reagiram mal no início da manhã de quinta-feira (24), enquanto chegavam as primeiras informações do front, mas algumas conseguiram se recuperar do tombo no fim do mesmo dia. O Ibovespa reduziu suas perdas e caiu 0,37% e as bolsas de Wall Street viraram para alta. Já a bolsa de Moscou afundou 33% no dia da invasão.

Uma coisa é certa: a mais nova crise mundial de 2022 ainda tem muitos capítulos para frente

Confira as últimas informações sobre o conflito e muito mais nesta edição do Replay do Mercado

Notícias internacionais

Rússia invade a Ucrânia e provoca reações de líderes das principais nações do mundo; entenda o conflito

Economia dos EUA avança levemente acima do esperado em 2021

Notícias nacionais

Prévia da inflação tem maior resultado para fevereiro desde 2016

Taxa de desemprego recua em 2021, mas informalidade segue em em alta

Câmara aprova legalização dos jogos de azar, que segue ao Senado

Moedas pelo mundo

Ranking de Moedas

Mercado Fundamentalista

Balanço de resultados

Insiders

Follow On e Aquisições

Maiores altas e baixas da semana

 

internacionais

Rússia invade a Ucrânia e provoca reações de líderes das principais nações do mundo

Putin declarou que invasão foi uma “missão de paz” no território ucraniano. Foto: Photographer RM / Shutterstock.com

Na virada de quarta (23) para quinta-feira (24), a Rússia iniciou seu processo de invasão à Ucrânia, provocando uma onda de sanções globais ao país de Vladimir Putin, mas que não foram suficientes para conter a entrada das tropas no país vizinho. 

A Rússia cruzou a fronteira ucraniana por diversos pontos além das cidades de Donetsk e Luhansk, que Putin declarou como independentes no início da semana. A invasão ocorreu tanto por terra, como pelo ar e água. Bombardeios foram registrados na capital ucraniana Kiev e em demais cidades “ocidentais” do país, causando 137 mortes, segundo o governo ucraniano.

Além disso, tropas russas que invadiram a Ucrânia vindas de Belarus também entraram em uma área perto da antiga usina nuclear de Chernobyl, onde fica o depósito de resíduos nucleares, segundo informações do governo ucraniano.

Em seu pronunciamento antes do ataque, Putin justificou a ação ao afirmar que a Rússia não poderia “tolerar ameaças da Ucrânia”. Ele também recomendou aos soldados ucranianos que “larguem suas armas e voltem para casa”.  O governo russo deve ocupar Kiev nas próximas horas. 

Líderes das principais nações do mundo trataram de impor sanções severas à Rússia. Em pronunciamento, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que os EUA e seus aliados estão aplicando “a maior sanção econômica da história” contra a Rússia e que vai limitar as transações em dólar das empresas russas.

Entre as sanções está o fim da conexão entre o sistema financeiro americano com a maior instituição financeira da Rússia, o Sberbank, e restrições ao patrimônio de treze empresas russas: Sberbank, AlfaBank, Credit Bank of Moscow, Gazprombank, Russian Agricultural Bank, Gazprom, Gazprom Neft, Transneft, Rostelecom, RusHydro, Alrosa, Sovcomflot e Russian Railways, entre outras medidas

O presidente dos EUA também afirmou que descarta uma luta armada a favor da Ucrânia

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, também prometeu “travar” a economia da Rússia com um “pacote maciço de sanções”.

Líderes do G7 condenam ataque e ameaçam depedência de gás russo

Ainda na quinta-feira (24), líderes do G7 (grupo composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) se reuniram para definir uma ação coordenada contra a invasão russa. O encontro terminou com uma dura mensagem contra a Rússia após os ataques.

Os chefes de governo e Estado pediram que Vladimir Putin pare com o “banho de sangue” e retire suas tropas do território ucraniano “imediatamente”.

Os líderes ainda afirmaram que a invasão é uma “ameaça à ordem internacional” e que todos estão prontos a agir no mercado global da energia, especialmente, para diminuir a dependência europeia do gás russo.

Mercado financeiro reage ao ataque

As bolsas internacionais e nacional tiveram firme desvalorização após a confirmação do ataque russo, mas conseguiram recuperar parte das perdas e, em alguns casos, até virar para a alta.

Os índices europeus fecharam em queda acima dos 3%, as asiáticas com desvalorizações na casa dos 2%.

As bolsas de Wall Street, por outro lado, viraram para alta no fim do pregão de quinta-feira (24), após a fala de Joe Biden. O S&P 500 subiu 1,5%, o Dow Jones Industrial Average subiu 0,28% e o Nasdaq subiu 3,34%

O principal índice da bolsa russa (MOEX) caiu até 45% no dia antes de se recuperar ligeiramente para fechar em 33%. Para isso, as negociações foram paralisadas durante parte do pregão.

Além disso, os preços do petróleo dispararam após o anúncio da invasão, com o Brent cotado a mais de US$ 100 pela 1º vez desde 2014. Os preços do gás no Reino Unido e na Holanda subiram 30% e 40%, e os futuros do trigo em Chicago saltaram para uma máxima de 9 anos e meio. O rali de preços perdeu força após as horas mais tensas do ataque e o Brent passou a operar na dos US$ 95 e caindo no dia seguinte.

Economia dos EUA avança levemente acima do esperado em 2021

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu à taxa anualizada de 7% no quarto trimestre de 2021, de acordo com a segunda leitura do indicador, publicada na quinta-feira (24) pelo Departamento do Comércio do país. O resultado veio em linha com a expectativa do mercado e superou a estimativa original, de alta de 6,9%.

No terceiro trimestre de 2021, a economia americana cresceu bem menos: 2,3%.

O Departamento do Comércio informou também que o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) subiu à taxa anualizada de 6,3% entre outubro e dezembro, enquanto o núcleo do PCE, que desconsidera preços de alimentos e energia, avançou 5% no mesmo período, na segunda revisão dos dados.

Nesta mesma semana também foram divulgados os dados de atividade do setor industrial e de serviços do país, através dos Índices de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

A atividade industrial no país acelerou no mês, com forte crescimento das encomendas e aumento do emprego. O PMI preliminar do setor foi a 57,5 em fevereiro, de 55,5 no mês anterior e expectativa de 56,0.

O PMI de serviços também cresceu, para 56,7 pontos em fevereiro, de 51,2 pontos em janeiro.

Já o PMI Composto do país subiu a uma leitura de 56,0 neste mês, de 51,1 em janeiro, atribuindo o ganho ao “retorno de funcionários de licenças de saúde, aumento de viagens e maior disponibilidade de matérias-primas”.

 

Prévia da inflação tem maior resultado para fevereiro desde 2016

Alta foi influenciada pelos custos com educação, segundo dados do IBGE. Outsideclick / Shutterstock.com

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como a prévia da inflação, seguiu a tendência altista e subiu 0,99% em fevereiro ante o resultado de 0,58% registrado em janeiro. Este é o maior resultado em 6 anos, quando o IPCA-15 ficou em 1,42%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados divulgados na quarta-feira (23) também mostram que a inflação prévia dos últimos 12 meses ficou em 10,76% no mês de fevereiro, acima dos 10,20% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

O dado ficou acima do esperado. A projeção do mercado era de alta de 0,85% frente a janeiro, e de 10,6% na comparação anual

Neste ano, o IPCA-15 acumula alta de 1,58%.

Segundo o IBGE, o grupo da Educação representou a maior influência para a alta e também a maior taxa entre os grupos pesquisados. A inflação do segmento ficou em 5,64% na prévia do mês, sendo responsável por 0,32 ponto percentual do IPCA-15 de fevereiro.

Dentro do grupo, a maior contribuição veio de cursos regulares (6,69%), com os reajustes praticados no início do ano letivo. As maiores variações vieram do ensino fundamental (8,03%), pré-escola (7,55%), ensino médio (7,46%), creche (6,47%) e ensino superior (5,90%).

No grupo transportes, onde a alta foi de 0,87% em fevereiro, os combustíveis mostraram estabilidade em fevereiro. Apesar da alta de 3,78% no diesel, a gasolina subiu bem menos (0,15%), enquanto as quedas do etanol (-1,98%) e do gás veicular (-0,36%) contiveram o indicador.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, avaliou recentemente que o pico de inflação deve ser atingido em abril e maio, com uma posterior queda “um pouco mais rápida”.

Taxa de desemprego recua em 2021, mas informalidade segue em em alta

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 11,1% no trimestre encerrado em dezembro. O resultado é o menor desde o 4º trimestre de 2019, quando a taxa de desemprego também ficou em 11,1%. Mesmo assim, a falta de trabalho ainda atinge 12 milhões de brasileiros, informou na quinta-feira (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa média de desemprego de 2021 foi de 13,2%, o que indica uma tendência de recuperação frente à de 2020 (13,8%). Mesmo recuando, foi a segunda maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

Segundo a pesquisa, uma parte do aumento da ocupação no quarto trimestre veio do emprego formal no setor privado. Nele, o número de empregados com carteira de trabalho assinada subiu 2,9% em relação ao trimestre anterior, o que significa 987 mil pessoas a mais. Já entre os trabalhadores sem carteira assinada, o aumento foi de 6,4% ou de 753 mil pessoas.

“Embora o cenário tenha melhorado em 2021, o patamar pré-Covid ainda não foi recuperado”, destacou o IBGE. Em 2019, a taxa anual de desocupação havia sido de 12%.

Houve aumento na ocupação na maioria das atividades, com destaque para o comércio (3,4%, ou acréscimo de 602 mil pessoas), os outros serviços (11,8%, ou mais 521 mil pessoas) e informação e comunicação (3,3%, ou mais 367 mil pessoas). A indústria, um dos segmentos com maior número de ocupados (12,4 milhões), ficou estável no quarto trimestre.

Apesar da queda do desemprego, o rendimento real dos brasileiros caiu 3,6% frente ao trimestre anterior e 10,7% em relação ao mesmo período de 2020, para R$ 2.447. Este é o menor rendimento da série histórica do IBGE. Já a média anual foi de R$ 2.587, queda de 7% para 2020.

Câmara aprova legalização dos jogos de azar, que segue ao Senado; 

Nesta semana, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o projeto que legaliza jogos de azar no Brasil, como bingos, cassinos, jogo do bicho, apostas de cota fixa, corridas de cavalo e jogos online. A matéria segue para análise do Senado Federal.

No entanto, o líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que o presidente Jair Bolsonaro vetará o projeto se ele for aprovado pelo Senado.

A tributação dos jogos esteve entre os pontos mais polêmicos da votação. Após a votação dos destaques, o projeto prevê a criação do Cide-Jogos, com alíquota fixada em 17% para os jogos, e a taxa de fiscalização para emissão da licença. A incidência do Imposto de Renda sobre Pessoas Físicas ganhadoras de prêmios, por sua vez, será de 20% sobre o ganho líquido.

O objetivo da Cide-Jogos é assegurar mais recursos para a implantação e desenvolvimento de políticas públicas sociais, inclusive para estados e municípios, “representando um reforço ao nosso federalismo fiscal”, diz o parecer.

Para simplificação do sistema, essa incidência prevê que o imposto será retido na fonte pela entidade operadora, de forma definitiva e haverá isenção caso o valor do ganho líquido seja de até R$10 mil.

De acordo com o projeto, a licença será do Ministério da Economia, que poderá solicitar informações e documentos para o esclarecimento da operação, inclusive quanto à origem dos recursos utilizados e à reputação dos envolvidos.

Além deste projeto, outro que ganhou destaque nesta semana foi a Reforma Tributária, que recebeu nova análise de emendas sugeridas à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019, referente à reforma tributária, na quarta-feira (23).

Entre as principais alterações ao relatório inicial está a duplicação do período de transição dos atuais tributos para o Imposto de Bens e Serviços (IBS), para estados e municípios, anteriormente prevista em 20 anos e agora fixada em 40. A matéria deve ser colocada em discussão e deliberação após a semana do Carnaval.

 

Ranking de moedas

A invasão da Rússia ao território ucraniano fez o dólar se valorizar nesta semana, o que resultou na queda de rendimento do real frente à moeda americana. Com isso, o real caiu da 1ª para a 8ª posição, com baixa de 0,35% frente ao dólar na semana, segundo “Ranking de Moedas”, ferramenta disponível no Profit Pro, que reúne 21 das principais moedas do mundo em comparação ao dólar.

Dentro os piores desempenhos, o rublo russo foi o destaque, com a maior desvalorização (-7,16%), seguido pelo florim húngaro (-2,82%) e a coroa checa (-2,17%). 

Já no pódio, a coroa norueguesa foi a que melhor performou frente ao dólar na semana, com alta de 1,37%, seguido pelo dólar australiano (+0,70%) e o dólar neozelandês (+0,68%).

Ferramenta Ranking de Moedas, Profit Pro.

O DXY (DOLINDEX no Profit Pro), que mostra a relação do dólar contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos, registrou alta de 0,57% na semana.

O Dollar Index compara a moeda norte-americana com o euro (zona do euro), o iene (Japão), a libra esterlina (Reino Unido), o dólar canadense (Canadá), a coroa sueca (Suécia), e o franco suíço (Suíça). Confira:

Ferramenta “Gráfico”, do Profit Pro. Código: DOLINDEX.

Cotações

Ante o real, as seguintes moedas performaram assim:

  • USD/BRL encerrou a semana com alta de 0,37%, a R$ 5,158
  • EUR/BRL fechou a semana com baixa de 0,17%, a R$ 5,806
  • MXN/BRL encerra a semana com baixa de 0,01%, a R$ 0,253
  • CNH/BRL com alta de 0,56%, a R$ 0,816

* O Ranking de Moedas, Dolindex e as cotações foram extraídas do Profit Pro, na sexta-feira (25), às 16h20

 

fundamentalista

Balanço de resultados

Confira abaixo os destaques dos principais balanços trimestrais divulgados nesta semana por empresas com participação no Ibovespa, índice de referência da B3:

A mineradora Vale (VALE3) registrou lucro líquido recorde de R$ 121,2 bilhões em 2021, o que representa uma alta de 354% na comparação com o resultado de 2020. No 4º trimestre, o lucro foi de R$ 30,3 bilhões, acima do apurado no mesmo período de 2020, que foi de R$ 4,825 bilhões.

A Petrobras (PETR4) registrou lucro líquido de R$ 31,504 bilhões no 4º trimestre de 2021, uma queda de 47,4% frente os R$ 59,89 bilhões registrados no mesmo período de 2020. No acumulado de 2021, entretanto, o lucro da estatal é recorde e somou R$ 106,67 bilhões, 15 vezes maior que os R$ 7,10 bilhões na comparação com 2020.

A Ambev (ABEV3) registrou lucro líquido de R$ 3,747 bilhões no quarto trimestre de 2021 (4T21), cifra 45,6% inferior ao registrado em igual trimestre de 2020. A receita líquida somou R$ 22,010 bilhões no 4T21, alta de 18,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A Localiza (RENT3) registrou lucro líquido de R$ 442,1 milhões no balanço do 4º trimestre do ano passado, desempenho 10% superior na comparação com o mesmo intervalo de 2020. No ano passado, o lucro somou R$ 2,043 bilhões, uma alta de 95% frente a 2020. 

A Gerdau (GGBR4) reportou lucro líquido consolidado de R$ 3,560 bilhões no 4º trimestre de 2021, o que representa um crescimento de 237% em relação ao mesmo período de 2020 e um recorde histórico da empresa para o período. No ano, a siderúrgica lucrou R$ 15,559 bilhões, aumento de 552% na comparação com 2020.

O lucro líquido ajustado da Cosan (CSAN3) no 4º trimestre de 2021 foi de R$ 411,2 milhões, uma alta de 58,5% na comparação com o mesmo período de 2020. Em 2021, o lucro líquido ajustado da Cosan praticamente dobrou, ficando em 2,738 bilhões, avanço de 91,5% em relação a 2020.

Insiders

O site da Americanas (AMER3) voltou a funcionar na manhã de quarta-feira (23) após três dias suspensos devido a um “incidente de segurança”. O problema teve início depois que a companhia registrou um “acesso não autorizado” em seus servidores, no último sábado (19).

O Banco BMG (BMGB4) informou autorizado pela B3, em caráter extraordinário, a manter temporariamente o free float abaixo do percentual mínimo exigido. No entanto, devem ser mantidas em livre circulação, concomitantemente e no mínimo, ações representativas de 15% de seu capital social e 47% do total de ações preferenciais até sua recomposição.

Os acionistas da Eletrobras (ELET6) aprovaram a desestatização da companhia, prevista para acontecer no primeiro semestre deste ano.

A Cosan (CSAN3) rescindiu um acordo de investimento com a seguradora Porto Seguro (PPSA3), encerrando as tratativas para a potencial formação de uma joint venture de mobilidade chamada Mobitech, devido à piora das condições de mercado.

A Vale (VALE3) assinou um memorando de entendimentos com a chinesa Valin Group para desenvolver soluções para a siderurgia com foco na redução das emissões de CO2.

Follow On e Aquisições

Aliansce Sonae – A Aliansce Sonae (ALSO3) comprou 5,05% da participação da BRMalls (BRML3), passando a deter 41,827 milhões de ações da companhia a partir da última sexta-feira (18). 

Alpargatas – A Alpargatas (ALPA4) levantou R$ 2,498 bilhões através da emissão de 37,5 milhões ações ordinárias e 57,5 milhões ações preferenciais, ao preço por ação de R$ 26,30. Os papéis passarão a ser negociados na B3 a partir de amanhã (24).

EZTec – A EZTec (EZTC3) anunciou a aquisição de 60% do projeto Villa Nova Fazendinha, sem mencionar os valores da transação.

Hermes Pardini – O laboratório Hermes Pardini (PARD3) aprovou a aquisição de ativos físicos da empresa DaVita HealthCare, correspondentes ao direito de utilização de dez unidades no estado de São Paulo.

Hospital Mater Dei – O Hospital Mater Dei (MATD3) concluiu a aquisição, por meio da sua subsidiária RMDS Participações, de participação representativa de 94,8% do capital social do Hospital Santa Genoveva, em Uberlândia, Minas Gerais.

Rede D’Or – A Rede D’Or (RDOR3) revelou que acertou a compra da SulAmérica (SULA11), em uma operação que avalia a seguradora em cerca de R$ 13 bilhões, com base em dados de valor de mercado da SulAmérica na B3.

Vivo – A Vivo (VIVT4) aprovou programa para recomprar 42 milhões de ações, mostra fato relevante enviado ao mercado na última terça-feira (22). O programa tem o objetivo de incrementar o valor aos acionistas pela aplicação eficiente dos recursos disponíveis em caixa.

 Maiores altas e baixas da semana

 

Conclusão

Este foi o Replay de Mercado, com as principais notícias do mercado que foram destaques nesta semana. Para mais notícias, nos acompanhe no Blog da Nelogica. Você também pode se informar pelo Market Report, publicado três vezes por dia no Profit Pro, com as notícias mais relevantes do momento.