Mercado de opções o guia definitivo
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Veja como montar uma carteira de investimentos

Um investidor deve ter em mente que sua carteira de investimentos precisa ser pensada de forma estratégica, considerando uma série de fatores. Além disso, a diversificação é muito importante para atingir objetivos distintos.

Escolher quais aplicações vão fazer parte dessa carteira começa pela identificação de seu perfil de investidor — a partir daí, fica mais fácil entender o que é necessário. O importante é atender à sua realidade e aos seus objetivos.

Neste post, você terá uma ideia concreta de como montar uma carteira de investimentos adequada. Confira!

Considere seu perfil de investidor

Qualquer pessoa que inicia sua atuação no mercado financeiro passa pela definição do perfil de investidor (que, geralmente, é feita junto à corretora). Essas informações são importantes para entender sua trajetória na escolha de aplicações nas quais vai investir seu capital.

Se seu perfil é, por exemplo, conservador, escolher um investimento que oferece altos riscos vai contra sua ideia inicial, que, muitas vezes, está ligada à sua realidade financeira. Considerar seu perfil de investidor para escolher as aplicações permite que suas decisões sejam mais seguras e adequadas.

Opte por aplicações com prazos adequados

As aplicações dividem-se em diferentes prazos: curto, médio e longo. Diretamente ligada a isso, está a liquidez — ou seja: o tempo necessário para ter de volta aquele dinheiro aplicado.

O mercado financeiro disponibiliza investimentos mais rápidos, que se encerram em um tempo curto e médio, oferecendo maior liquidez, mas rendimentos pequenos ou medianos. Em contrapartida, há aqueles que levam mais tempo para terminar, mas têm melhores resultados.

É fundamental montar uma carteira diversificada, para que haja ganhos de todos os tipos. Se você não pode, por exemplo, ter dinheiro preso por muito tempo, é fundamental investir mais em aplicações de curto prazo, direcionando um percentual menor de seu capital àquelas de médio e longo prazo.

Os diferentes prazos dos investimentos estão muito ligados à realidade financeira do investidor. Aquele que tem bastante capital pode, naturalmente, aplicar mais em investimentos longos. Já os que não têm tantos recursos precisam de um retorno mais rápido, que preze pela liquidez e precise de prazos menores.

Avalie os diferentes níveis de risco dos investimentos

Ao definir sua carteira de investimentos, a avaliação dos riscos é uma etapa fundamental. Há, basicamente, três níveis: alto, médio e baixo. Cada um deles expõe o investidor a diferentes tolerâncias de perda, em função de maiores ganhos.

Uma carteira com predominância de investimentos de alto risco é voltada para aplicações de renda variável, que sempre estão na iminência de ganhos altos, mas dependem de uma maior tolerância às perdas.

As carteiras de risco médio, por outro lado, têm uma estabilidade um pouco maior, encontrando um bom equilíbrio e oferecendo ganhos tanto de renda fixa quanto de renda variável. Essa escolha costuma ser frequente.

Já as carteiras de baixo risco são aquelas em que o investidor pouco precisa se preocupar com as perdas e, geralmente, voltam-se à manutenção do patrimônio. Pessoas que trabalham para o futuro visando à aposentadoria ou ao futuro da família costumam optar por carteiras desse tipo.

Definir uma carteira de investimentos é uma tarefa que requer estudos, análise de suas possibilidades financeiras e uma estratégia bem definida, pensando a curto, médio e longo prazo. Seguindo nossas dicas, você tem uma ótima base para começar a escolher suas aplicações.

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